Teoria Ariana de Hitler é desmentida pela ciência
Neonazistas recrutam na Internet
A rede possibilitou que esses grupos, antes escondidos, pudessem falar ”sem censura” para os 37 milhões de pessoas que acessam a Internet só nos EUA e Canadá.
Segundo Tom Metzger, 58, o líder do grupo White Aryan Resistance (Resistência Ariana Branca,
cuja sigla, WAR, quer dizer guerra em inglês), em apenas seis meses de uso da Internet, o número de membros do grupo aumentou pelo menos 25%. O WAR já tem 16 anos de existência.Metzger, condenado a pagar US$ 3 milhões pela morte de um imigrante etíope por um membro de seu grupo em 1988, disse que considera a Internet um ”excelente meio” pela possibilidade de ”influenciar os jovens”.
”Os judeus nos tiraram da TV, nos tiraram do rádio, eles não colocam nossos anúncios em seus jornais. A Internet passou a ser um meio de livre expressão”, disse Metzger, na sede do grupo, em Fallbrook, na Califórnia (EUA).
”É também um meio de entrar nos países em que minha entrada foi proibida, como o Canadá, o Reino Unido e a Alemanha”, disse.
Para melhorar o uso da rede, alguns grupos, e até neonazistas individualmente, criaram ”manuais” de como recrutar o maior número possível de pessoas.
Estratégia
O americano Milton John Kleim Jr., que se auto-intitula o ”O Nazista Número 1 na Net”, lançou o texto ”Sobre as Táticas e Estratégias para a Usenet”, que pode ser encontrado em vários endereços de propaganda racista. A Usenet é a parte da rede de computadores onde estão os grupos de discussão.
Nele, Kleim, que só divulga idéias racistas por computador e que age sozinho, pede que os ”recrutadores do nazismo” entrem nos grupos de discussão comuns e comecem a lançar idéias racistas.
”O crucial é que a nossa mensagem seja disseminada para além de nossos grupos”, diz o texto.
Começou assim, por exemplo, com o grupo de discussão sobre o caso O. J. Simpson (ex-jogador de futebol negro absolvido pela morte de sua ex-mulher e de um amigo dela, ambos brancos). O grupo foi usado para mostrar números sobre crimes cometidos por negros.
Se falam de comida, por exemplo, Kleim recomenda que o ”recrutador” diga que a supervisão da comida ”kosher” (judaica) custa dinheiro público. ”Grupos sobre política e sociedade são adequados para nossa mensagem sobre a mídia controlada pelos judeus.”
O americano Wyatt Kaldenberg, que divulga o WAR pela rede, disse que o retorno é rápido. Após usar um desses serviços, ele afirmou ter recebido cem cartas por e-mail (correio eletrônico) em 36 horas.
Nesses grupos, os racistas também colocam os endereços na World Wide Web (parte multimídia da Internet) de seus grupos.
Esses endereços na Web quase sempre usam o preto, o vermelho e o branco. Eles aproveitam os recursos visuais e colocam músicas e vídeos para atrair os jovens.
Segundo o WAR, 10% de seus membros são jovens que acessam a Internet pela universidade.
Reação
Gravadoras, revistas, endereços para ”links” (ligações) e grupos neonazistas na Internet criaram uma reação contrária: o surgimento de grupos anti-racistas na rede.
O principal deles, o The Nizkor Project, baseado no Canadá, alerta para ”os perigos” do uso da Internet pelos neonazistas.
Grupos como o Simon Wiesenthal Center (caça-nazistas) e a Anti-Defamation League (Liga Antidifamação) também entraram na Web e dão informações sobre o uso da rede pelos radicais. Mas, ao mostrar onde os neonazistas estão, facilitam também o acesso de algumas pessoas a esses grupos.
RODRIGO ONIAS redator da Folha de São Paulo.
Você quer saber mais?
http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/985408-aumentam-conflitos-entre-punks-e-skinheads-em-sao-paulo.shtml
http://construindohistoriahoje.blogspot.com/search/label/F%C3%89
http://desconstruindo-o-comunismo.blogspot.com/2012/02/os-perigos-do-marxismo-ateu-nao-se-pode.html
http://construindohistoriahoje.blogspot.com/2012/02/natureza-humana-x-natureza-divina.html
Ilse Koch: uma das mulheres mais más da história.

Nascida em Dresden, na Alemanha, uma cidade-mártir da II Guerra Mundial, e filha de um fazendeiro, ela era conhecida como uma criança educada e alegre no ensino elementar. Aos 15 anos deixou a escola para trabalhar numa fábrica e depois numa livraria. Na época, a economia alemã ainda não tinha se recuperado da derrota da I Guerra Mundial e seu trabalho na livraria a fez começar a se interessar pela nascente ideologia nazista, o que a fez começar a ter relações – em parte sexuais – com integrantes locais das SA.

Artefatos apreendidos na casa de Ilse, entre eles duas cabeças.
Em 1936, começou a trabalhar como guarda e secretária no campo de concentração de Sachsenhausen perto de Berlim, onde se casou com o comandante Karl Koch, muito conhecido pelo seus “eficazes” métodos de tortura e que mais tarde tornou Buchenwald como um campo de concentração modelo pelos nazistas, o tempo médio de vida dos prisioneiros neste campo não passava de três meses.

Pedaços de peles tatuadas que eram apresentadas como troféus.
Em 1937, Ilse chegava a Buchenwald, não como guarda, mas como esposa do comandante. Influenciada por ele e por seu poder, Ilse começou a torturar e humilhar prisioneiros, em 1940, construiu uma arena de esportes fechada, com o dinheiro de prisioneiros e seus parentes e no ano seguinte se tornaria supervisora senior da pequena guarda feminina que servia em Buchenwald.
Em abril de 1945, uma equipe de inteligência da Divisão de Guerra Psicológica do Quartel-General Supremo das Forças Aliadas foi para o recém-libertado Buchenwald Camp, entrevistou sobreviventes e tentou documentar o que tinha acontecido lá. Segue um dos trechos do livro (página 64): ”…tinha todo o campo pesquisado para as pessoas com tatuagens, e eles tinham fotografado.Os presos foram mais tarde chamados para o portão pelo comandante Koch, selecionados de acordo com o esplendor de sua pele tatuada, e enviado para a enfermaria.Logo depois, os melhores exemplos de pele apareceram no Departamento de Patologia, onde foram preparados e foram mostrados aos visitantes SS como tesouros especiais durante anos.Koch tinha um “abajur” artística feita por si mesmo fora de ossos humanos esticada sobre a pele humana. Centenas de peles preparados humanos foram enviados para Berlim, por ordem do médico-chefe para os campos de concentração…”.
Ilse e outros oficiais obrigavam os prisioneiros e ficarem nus nos domingos para procurarem tatuagens e peles “em boas condições” para a construção de artefatos para casas e até mesmo artefatos pessoais bolsas, que exibiam depois com orgulho.

Ilse Koch em julgamento
Em 1941, Karl Otto Kock foi transferido para o comando de Majdanek, onde serviria por dois anos. Em 1943, entretanto, eles foram presos pela Gestapo, acusados de desvio de dinheiro e de bens judeus coletados no campo, que por lei era propriedade do Reich. Ilse ficou presa até o começo de 1945 quando foi inocentada e solta, mas seu marido foi condenado à morte e executado em abril do mesmo ano. Ela então foi viver com os membros sobreviventes de sua família na cidade de Ludwigsburg onde foi presa pelos norte-americanos em 30 de junho de 1945.
Julgada por crimes de guerra, em 1947, e condenada à prisão perpétua, foi libertada após cumprir quatro anos sob a alegação de seus advogados que as evidências conseguidas não eram conclusivas. Assim que foi libertada pelos norte-americanos, foi novamente presa desta vez pelos alemães e colocada novamente frente a uma corte de justiça, devido ao grande número de protestos pela decisão de soltura, sendo novamente condenada à prisão perpétua.
Ilse Koch cometeu suicídio se enforcando na prisão feminina de Aichach após escrever uma última carta a seu filho, em 1 de setembro de 1967 aos 60 anos de idade.
Você quer saber mais?
http://www.history.ucsb.edu/faculty/marcuse/classes/33d/projects/naziwomen/ilse.htm
A bandeira Integralista e o Sigma. Nenhuma relação com simbologia nazista.
A bandeira do Movimento Integralista é simbolizada por uma bandeira azul e branca com as seguintes características: em campo azul real, uma esfera branca, ao centro da qual se destaca um Sigma maiúsculo em cor preta.O azul da bandeira simboliza a atitude do pensamento integralista. Evoca distâncias, mostrando que o Integralismo não se submete aos limites políticos que nos têm amesquinhado, mas tem um grande ideal que é a integridade do Brasil e a projeção de seu respeito e grandeza entre os povos do Universo.
A esfera branca mostra a pureza de sentimentos e a sinceridade dos propósitos integralistas.
A cor branca é ainda a resultante da mistura de todas as cores, e o Sigma nela inscrito significa, como está dito acima, é a integralização de todas as Forças Sociais na suprema expressão da Nacionalidade.
Cada sub-divisão do movimento contava com símbolos próprios, como por exemplo, os plinianos (os grupos de juventude), cuja bandeira era similar à oficial, porém, com um cruzeiro do sul atrás do sigma. Gostaria que o leitor frisasse bem esses símbolo, pois atualmente grupos de cunho neonazista têm adulterados símbolos integralistas para parecerem com símbolos nazistas e um deles é o da Juventude Pliniana, que aparece como uma bandeira da marinha de guerra nazista. UM ABSURDO!!!A simbologia integralista é 100% nacional e isso incomoda a muitos principalmente por pregarmos a mestiçagem das etnias que compõem o Brasil e o cristianismo como base familiar.O que e o Sigma?
O Sigma é o sinal simbólico do Movimento Integralista . É uma letra grega que corresponde ao nosso "S" sinonimo de soma. É usada para indicar a soma dos finitamente pequenos e também era a letra com a qual os primeiros cristãos da Grécia indicavam o nome de Cristo (Soteros).O símbolo lembra que o nosso movimento tem o significado de
integrar todas as forças sociais do país na suprema expressão da nacionalidade, seja você negro, branco, pardo ou indígena, a nossa luta é para implantar o estado integral.
Neonazismo e nazismo na rede. O que fazer?
Se você viu algum dos símbolos que seguem abaixo em algum site ou blog. Denuncie, pois o uso desses símbolos são proibidos em nosso território nacional. São símbolos de ódio! Símbolos que pregam o ódio contra negros, amarelos, pardos etc. Símbolos que dizem...se você não for branco você não presta para nada, ENTÃO UNA-SE A NÓS INTEGRALISTAS NA LUTA CONTRA ESSAS ATROCIDADES.....NAZISMO NUNCA MAIS!!!!!!!
Denuncie! Nazismo é crime!ESSES SÍMBOLOS NÃO TÊM NENHUMA RELAÇÃO COM O MOVIMENTO INTEGRALISTA E NUNCA TIVERAM!Abaixo seguem os links das principais instituições governamentais e ongs, aonde você pode denúnciar sites e blogs de cunho neonazista.
Estou colocando os principais links das páginas oficiais do movimento integralista nas quais poderam encontrar informações sobre as origens do movimento e juntamente segue os principais e-mails da direção da FRENTE INTEGRALISTA BRASILEIRA.
Você quer saber mais?
http://denuncia.pf.gov.br/
http://www.safernet.org.br/site/
https://denuncia.uol.com.br/
http://www.dpf.gov.br/
Conheça realmente o Integralismo!
http://www.integralismo.org.br/
http://www.integralismo.org.br/?cont=786&vis=
http://acaodosblogsintegralistas.blogspot.com/
http://noticiasdosigma.blogspot.com/
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A fila suicida de Hitler e seus seguidores covardes!
Passaram-se alguns minutos até que a corte nazista entrasse no dormitório. O corpo de Adolf Hitler, auto-proclamado chefe da nação de super-homens arianos, estava afundado em um sofá, sua impecável farda marrom já escarlate pelo sangue que escorria de seu rosto. Uma bala na boca: suicídio. Dois revólveres jaziam no chão, mas apenas um havia sido disparado. Ao lado do companheiro, Eva Braun encontrava-se estirada e igualmente defunta; seu óbito, porém, resultara de uma dose de veneno.
Os cadáveres foram recolhidos pelo major da SS e valete de Hitler, Heinz Linge, que, com a ajuda de Martin Bormann, os levou para o jardim da Chancelaria. Lá, Erich Kempka, o motorista do líder, empurrou-os para uma cratera aberta pelas bombas soviéticas que caíam, àquela altura, às centenas sobre Berlim; embebidos em petróleo, foram queimados. Goebbels ergueu sua mão direita, em derradeira saudação ao chefe nazista. Era o fim da linha para o Führer.
ao ocaso. O calendário marcava 30 de abril de 1945, aziaga jornada para o totalitarismo teutônico: a 400 metros do local onde as carcaças de Hitler e Eva Braun eram consumidas por labaredas, o Reichstag, símbolo do poderoso governo nazista, ardia em chamas com os petardos certeiros do Exército Vermelho.
No dia seguinte à morte do chefe, Goebbels, seu fiel escudeiro e Ministro da Propaganda, o seguia no suicídio. Três semanas depois, foi a vez de Heinrich Himmler, chefe da SS, genitor do extermínio dos judeus e responsável maior pelo terror da suástica, resolver tirar a própria vida. O Reich esfarelava-se com o apagar de seus mentores, unidos em vida pela megalomania e na morte pela mais repugnante covardia.
Nazismo, fascismo, racismo.
http://integralismo.blogspot.com.br/2008/02/nazismo-fascismo-racismo.html
Goebbels, fanátismo, transtorno e loucura!
Em fevereiro de 1943, quando a derrota de Estalingrado tornara evidente que seria absurdo prosseguir a Segunda Guerra Mundial e que a Alemanha não tinha como vencê-la, o ministro da Propaganda do Reich, Joseph Goebbels, fez um comício no Sportpalast de Berlim, perguntando ao microfone: "Vocês querem a guerra total?". "Sim", gritou a massa em uníssono.
Grave transtorno de personalidade
Esse era o ponto forte de Joseph Goebbels. O ministro da Propaganda de Hitler sabia como mobilizar as massas, inflamá-las e manipulá-las a serviço da ideologia nazista. Eram famosas as suas incitações contra os judeus, com as quais ele preparara o terreno para a política de extermínio nacional-socialista.
Em sua biografia de 900 páginas Joseph Goebbels - Biographie, o historiador Peter Longerich esboça, no entanto, um Goebbels bem distinto do homem poderoso do regime nazista. Longerich foi o primeiro historiador a investigar todos os diários de Goebbels que restaram. Em suas anotações de 1924 até o seu suicídio em 1945, o político registrou pensamentos, observações e acontecimentos, escrevendo assim uma cronologia do nazismo através de uma ótica pessoal.
A partir desses testemunhos, Longerich reúne indícios de que Goebbels sofria de um grave transtorno de personalidade. O grande propagador do nazismo buscava de forma extrema o reconhecimento por parte de outras pessoas, indica o historiador.
Uma possível origem disso pode ter sido a deficiência provinda de uma doença da medula óssea em sua infância. Goebbels tinha baixa estatura e era aleijado. Durante toda a vida, o estrategista de Hitler lutou por reconhecimento, mesmo que se mostrasse forte e superior.
Uma religião chamada nacional-socialismo
Nascido na Renânia, uma região predominantemente católica, Goebbels se afastou da religião desde cedo. E o nacional-socialismo acabou se tornando para ele um substituto da religião. Seu novo redentor se chamava Adolf Hitler.
"Ao que tudo indica, ele considerava Hitler realmente um enviado de Deus, um homem com habilidades super-humanas", explica
Longerich a completa fixação de Goebbels em seu ídolo. O partido e Hitler lhe propiciaram a ascenção social e o reconhecimento que ele ansiava. E assim Goebbels se tornou o mais leal adepto e uma pessoa de absoluta confiança do ditador nazista.
Em sua biografia, Longerich traça a trajetória de Goebbels desde o início de sua carreira fracassada como escritor e jornalista doutorado, passando pela fase em que ele se tornou um agitador do movimento nacional-socialista. O livro acompanha seu percurso como ministro da Propaganda do Reich, uma função na qual procurou obter domínio completo sobre a cultura e a opinião pública, e por fim como plenipotenciário da "guerra total".
A receita de sucesso de Goebbels foi usar e aperfeiçoar os métodos da agitação de massa empregados nas disputas eleitorais da República de Weimar. Quanto à mídia, conseguiu mantê-la sob controle por meio da censura.
Fixação em Hitler
Ao assumir o controle sobre todos os âmbitos da cultura, do teatro ao cinema, passando pela música, ele se projetou como político cultural. O biógrafo Longerich considera peculiar essa posição de poder que Goebbels insistiu em assumir. "Embora ele certamente tenha sido a figura dominante da propaganda nazista, nunca conseguiu controlar absolutamente o aparato. Medido por seus próprios padrões de qualidade, no fundo não foi tão longe".
Mas sem o ministro da Propaganda Goebbels, responsável por ter estabelecido Hitler como uma "marca", a política nazista jamais teria tido o alcance que teve. O estrategista recorreu ao lema "Um Führer – Um Povo", usando virtuosamente as mídias novas da época, o rádio e o cinema, como canais de manipulação.
A biografia de Longerich esboça o retrato de um homem que sacrificaria tudo para obter reconhecimento e êxito, até mesmo sua própria família. Em 1º de maio de 1945, poucos dias antes de Hitler se matar e de a Alemanha capitular, Goebbels e sua mulher Magda cometeram suicídio.
Pouco antes, o casal assassinara seus seis filhos. Esse cínico homicídio colocou um ponto final desesperado a uma vida de identificação incondicional com Adolf Hitler.
Autora: Sigrid Hoff (sl)
Revisão: Alexandre Schossler
Experimentos médicos nazistas
CONSTRUINDO HISTÓRIA HOJE. NOTA DE ESCLARECIMENTO
Venho a público informar que a “rede” de blogues que fazem parte do Construindo História Hoje, do qual eu, Leandro Claudir sou autor, escritor e realizo a adaptação de textos operam sem fins lucrativos, e como tal não vendem, não anunciam, não aceitam doações e não realizam nenhum tipo de transações comerciais ou financeiras.
O CHH (ou Construindo História Hoje)é uma entidade cultural, de proteção ao conhecimento que visa sua ampla divulgação.
A ‘rede’ é composta pelos seguintes blogs:
Construindo História Hoje(http://www.construindohistoriahoje.blogpspot.com.br),
Construindo Pensamentos Hoje
(http://www.construindo-pensamentos-hoje.blogspot.com.br),
O Construtor da História
(http://www.oconstrutordahistoria.wordpress.com),
Desconstruindo o Capitalismo
(http://www.desconstruindo-o-capitalismo.blogspot.com.br),
Desconstruindo o Comunismo
(http://www.desconstruindo-o-comunismo.blogspot.com.br),
Desconstruindo Nazismo
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Obrigado,
Leandro Claudir
Livro revela planos para 'colônia nazista amazônica' em 1935.
Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE I.
Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE II.O Começo do terror.
“Um cidadão norte-americano é, afinal, um cidadão norte-americano.” |
“Uma víbora é uma víbora, sem importar onde se abra o ovo. Do mesmo jeito, um japonês-norte-americano, nascido de pais japoneses, converte-se num japonês, não num norte-americano.” |
“O fato de não ter ocorrido alguma sabotagem até a data é uma indicação perturbante de que tal ação ocorrerá.” |
Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE III. O horror se estabelece.
Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE IV. O fim da humilhação e desrespeito com seus próprios cidadãos.
todos os evacuados que demonstraram ser leais. Mas esta decisão tardou um ano em ser executada completamente.
Zyklon B: Cianureto de Potássio
Os cianetos possuem utilizações importantes como: na revelação fotográfica e na produção de plásticos, acrilato e colas instantâneas (cianoacrilato). O cianeto de ouro é usado para a douração de certos metais, a frio (sem a necessidade de processo de eletrólise).
O cianureto é encontrado na natureza em diversas plantas, como nas sementes lenhosas de algumas frutas, e em uma variedade da mandioca, vulgarmente chamada de mandioca-brava: uma planta sul-americana altamente tóxica quando in natura, mas sua raiz é muito consumida e apreciada na forma de farinha torrada, quando perde suas toxinas. Mas infelizmente ficou mais conhecido para ocasionar a morte de pessoas. Na história há relatos:
- Usado durante a Segunda Guerra Mundial era ingerido para cometer suicídio. Ao ser ingerido provoca ardência na boca, rigidez do maxilar inferior, constrição da garganta, salivação, náuseas e vômitos.
- Alan Turing suicidou-se comendo uma maçã com o cianureto. Soldados alemães da Segunda Guerra usavam-no para cometer suicídio, através de ingestão.
- Nos campos de extermínio alemães da Segunda Guerra Mundial foi usado um gás tóxico à base de cianureto, conhecido como Zyklon B ("Ciclone B") nas câmaras de gás. Criado originalmente como um pesticida para a eliminação de piolhos e pulgas, o Zyklon B acabou sendo usado para o extermínio de seres humanos.
- Acredita-se que o próprio Adolf Hitler possa ter se suicidado com um cianureto, no fim da guerra, mas a verdade sobre seu suicídio nunca foi totalmente esclarecida.
- Nos Estados Unidos, cápsulas concentradas de cianureto foram a forma de aplicação da pena de morte. Na câmara de gás que funcionava na prisão de San Quentin, estado da Califórnia, as cápsulas eram derramadas em um balde contendo ácido, liberando assim os vapores mortais. Como a aspiração dos vapores provocava uma morte dolorosa e relativamente lenta, esse método de execução caiu em desuso.
Conhecendo a Wehrmacht
durante a II Guerra Mundial. O número de soldados e oficiais desaparecidos ou mortos nos campos de concentração, principalmente soviéticos, nos anos posteriores ao fim da guerra, é desconhecido.
Nacionalismo não é Nazismo
No Brasil costuma-se às vezes associar-se Nacionalismo a Ditadura Militar. Essa visão é absurdamente bizarra : foram governos que privilegiaram completamente os interesses externos em detrimento dos nossos , até porque só existiram devido ao suporte americano. Mesmo que um trabalhador brasileiro esteja muito mais próximo , em suas angústias , de um trabalhador argentino do que de um empresário brasileiro, nada justifica criar sobre esses fatos a falsa ideia de luta de classes.
O Integralismo não se inspirou no nazismo. Quando o Integralismo surgiu ninguém nem sabia o que era nazismo no Brasil. E depois, o Integralismo, que é movimento autenticamente nacional, sempre foi contrário ao racismo, base do nazismo, e Plínio Salgado foi o primeiro pensador brasileiro a condenar publicamente o nazismo.
violência contra os comunistas, defendendo, sim, o combate ao comunismo, doutrina do ódio, da violência e da desagregação moral, combate que se daria não torturando e matando comunistas, mas sim combatendo as causas que levam ao comunismo: o materialismo, o capitalismo liberal, a liberal-democracia burguesa, o comodismo burguês, etc...
Para os que pensam que o Integralismo é o nazi-fascismo Tupiniquim:“Desde a Monarquia, temos vivido sob a preocupação de impor ao nosso País sistemas políticos estrangeiros...
“Não pretendemos uma ditadura, só os povos bárbaros permitem ditaduras”. - Idem, ibidem.
Ainda na Praça XV (Largo do Paço), estátua em homenagem ao Integralista negro João Cândido, líder da revolta da chibata.“Não sustentamos preconceitos de raça; pelo contrário, afirmamos ser o povo
brasileiro tão superior como quaisquer outros. Em relação ao judeu, não nutrimos contra essa raça nenhuma prevenção. Tanto que desejamos vê-la em pé de igualdade com as demais raças, isto é, misturando-se, pelo casamento, com os cristãos." - PLÍNIO SALGADO.
tipo do Fuehrer, a sua divinização ao ponto de o considerarem, os mais exaltados, a encarnação de Odin, exprime um artificialismo político que foge de toda a base e equilíbrio da razão humana. Nós, os integralistas, que somos coisa absolutamente diferente do nazismo e do fascismo, não nos cansamos de dizer que o nosso fundamento é cristão."
Você quer saber mais?
http://victoremanuelvilelabarbu.blogspot.com/2011/05/o-integralismo-e-igual-ao-nazi-fascismo.html
http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=137
http://acaodosblogsintegralistas.blogspot.com/
A Luta Integralista Contra a Infiltração Estrangeira no Brasil
suas festas ostensivamente usando suas camisas-pardas. Naquele estado fundei inúmeras escolas para ensinar a língua portuguesa e quando conseguimos eleger varias camaras municipais, substitui as escolas alemãs mantidas pelos cofres das camaras anteriores, por escolas brasileiras , que ensinam o português , o hino nacional e a historia do Brasil.
A Terceira Onda, de 1967, contada pelo professor Ron Jones. Parte I.
da disciplina". Abaixo desta eu escrevi uma segunda lei, "a força através da comunidade".
Na quarta-feira, decidi emitir cartões de adesão a todos os alunos que queriam continuar o que eu agora estava chamando de experimento. Neste terceiro dia de atividade, havia quarenta e três alunos da turma. Treze alunos tinham trocado de classe para ser parte da Terceira Onda. Dei um cartão a cada pessoa da turma. Marquei três cartas com um X vermelho e informou os destinatários que eles tinham uma missão especial para relatar todos os estudantes que não cumpram com as regras da classe. Eu, então, comecei a falar sobre o significado da ação. Eu expliquei como a disciplina e a comunidade seriam inúteis sem ação. Discuti a beleza de assumir a responsabilidade plena de ação. De acreditar tão profundamente em si mesmo e da sua comunidade ou família que você vai fazer de tudo para preservar, proteger e estender seu alcance. Ressaltei que o trabalho duro e a lealdade uns com os outros permitiria aceleração da aprendizagem e a realização. Lembrei aos alunos do que eles sentiam quando estivam em classes onde a concorrência causou dor e degradação. Situações em que os alunos foram uns contra os outros em tudo, desde a academia para leitura. A sensação de nunca agir, nunca sendo uma parte de algo, nunca apoiando-se mutuamente.
Na quinta-feira comecei a desenhar a conclusão do experimento. Eu estava exausto e preocupado. Muitos estudantes estavam sobre a linha. A Terceira Onda havia se tornado o centro da sua existência. Eu estava me sentido péssimo mesmo. Eu estava agora agindo instintivamente, como um ditador. Ah, eu estava benevolente. E eu diariamente argumentava comigo mesmo sobre os benefícios da experiência de aprendizagem. Por isso, o quarto dia do experimento, eu estava começando a perder meus próprios argumentos. Como eu passava mais tempo jogando o papel que eu menos tinha criado eu procurava lembrar as suas origens racionais e objetivas. Eu encontrei-me resvalar para o papel, mesmo quando não era necessário. Eu me perguntei se isso não acontece com muita gente. Ficamos usando um papel atribuído e, em seguida dobramos a nossa vida para ajustar a essa imagem. Logo, a imagem é a única identidade que as pessoas vão aceitar. Então nós nos tornamos a imagem. O problema com a situação e o papel que eu tinha criado era que eu não tive tempo para pensar nele como líder. Os eventos foram se esmagando em torno de mim. Eu me preocupei com os alunos que poderiam se arrepender. Fiquei preocupado.
O Bund Germano-Americano.
Em 1933, Rudolf Hess havia autorizado a fundação de um Partido Nazista norte-americano, denominado Amigos da Nova Alemanha, com o apoio do cônsul alemão em Nova York. O primeiro líder do partido foi Heinz Spanknobel, e uma de suas primeiras atividades consistiu na edição de um jornal em alemão, o New Yorker Staats-Zeitung, para promover um sentimento simpatizante para com o nazismo. Mas Spanknobel acabou sendo deportado por causa de suas atividades e considerado um agente inimigo dos Estados Unidos. Como as atividades do grupo eram pouco discretas, Hess dissolveu-o em 1935.
Muitos de seus ex-membros fundaram uma organização no ano seguinte, em Buffalo (estado d Nova York). Tratava-se da Liga Germano-americana (Amerikadeutscher Volksbund), sob a direção de Fritz Kuhn, um veterano alemão da Primeira Guerra Mundial. Rapidamente, a organização viu crescer o número de seus membros, muitos dos quais eram imigrantes alemães de primeira ou segunda geração. O Bund imitava a organização do partido alemão, e inclusive chegou a ter sua versão do uniforme da Juventude Hitlerista. Além da atividades culturais e desportivas, existia um forte doutrinamento político entre seus membros.
O Bund chegou a criar colônias de férias em Nova York e New Jersey e várias cervejarias, cujos donos eram alemães, converteram-se em centros de encontro em Chigaco e Milwaukee. Os ataques antisemitas tornaram-se mais freqüentes e a organização começou a ficar cada vez mais parecida com sua inspiradora. A Alemanha apenas prestou ajuda ao Bund, mas seus membros estavam desejosos de reconhecimento.
Em 1936, por ocasião da Olimpíadas de Berlim, uma delegação do Bund, encabeçada pelo próprio Kuhn, viajou até a cidade e foi recebida por Adolf Hitler na Chancelaria. Um ano depois, o FBI vigiava rigorosamente suas atividades, e chegou-se a cogitar que aproximadamente 200 mil membros da organização estavam dispostos a fazer uso de armas contra os Estados Unidos. Na verdade, o Bund nunca teve mais de 8,5 mil membros e 5 mil simpatizantes. A Alemanha continuou sem prestar apoio e chegou a proibir a utilização de seus símbolos pelo Bund.
A maior reunião da organização aconteceu em fevereiro de 1939, no Madison Square Garden, com mais de 22 mil participantes. Nela Kuhn acusou o presidente Franklin Delano Roousevelt de ajudar os bolcheviques, fazendo que, ao final do ato, o próprio Kuhn fosse preso. Isso marcou o princípio do fim da organização. O Bund seria dissolvido em 8 de dezembro de 1941, e muitos de seus dirigentes foram presos.
Você quer saber mais?
Coleção 70° aniversário da 2° Guerra Mundial, v.26.- São Paulo: Abril Coleções, 2009.
Agradecimento



























