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Channel: DESCONSTRUINDO O NAZISMO!
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Teoria Ariana de Hitler é desmentida pela ciência

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A ciência prova! Nunca houve um humano ariano como pregava Hitler.

Uma nova pesquisa científica provou que a teoria da pureza racial escandinava, sustentada por Hitler e os nazistas, é totalmente falsa. O conceito de um único tipo genético escandinavo, de uma raça que andou pela Dinamarca e se estabeleceu lá, isolada do mundo, é uma falácia.

O estudo mostrou que corpos de cemitérios de 2 mil anos de idade no leste da Dinamarca continham tanta variação genética em seus
restos quanto a quantia esperada a ser encontrada em indivíduos dos dias atuais. Os achados, analisados pela Universidade de Copenhagen, destroem o conceito de "superioridade" da raça nórdica.

Hitler usou pesquisas pseudo-científicas para apoiar suas idéias de que os europeus do norte poderiam formar uma raça impecável, que comandariam a sociedade humana. A teoria racista, que coloca a raça "superior" no topo da hierarquia humana e judeus em baixo, desenvolveu papel central no Holocausto.

Línea Melchior, que analisou o DNA de diversos corpos, tem certeza que dinamarqueses sempre mantiveram contato com pessoas do mundo todo. Em um dos terrenos, inclusive, foram encontrados restos de um homem que pareceu ter origem árabe. Longe de demonstrar isolamento e "genética pura", o estudo provou que os dinamarqueses se misturaram com pessoas do mundo todo.

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Neonazistas recrutam na Internet

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Os grupos neonazistas e de supremacia branca estão usando a rede de computadores Internet para recrutar novos membros.

A rede possibilitou que esses grupos, antes escondidos, pudessem falar ”sem censura” para os 37 milhões de pessoas que acessam a Internet só nos EUA e Canadá.
Segundo Tom Metzger, 58, o líder do grupo White Aryan Resistance (Resistência Ariana Branca, cuja sigla, WAR, quer dizer guerra em inglês), em apenas seis meses de uso da Internet, o número de membros do grupo aumentou pelo menos 25%. O WAR já tem 16 anos de existência.
Metzger, condenado a pagar US$ 3 milhões pela morte de um imigrante etíope por um membro de seu grupo em 1988, disse que considera a Internet um ”excelente meio” pela possibilidade de ”influenciar os jovens”.
”Os judeus nos tiraram da TV, nos tiraram do rádio, eles não colocam nossos anúncios em seus jornais. A Internet passou a ser um meio de livre expressão”, disse Metzger, na sede do grupo, em Fallbrook, na Califórnia (EUA).
”É também um meio de entrar nos países em que minha entrada foi proibida, como o Canadá, o Reino Unido e a Alemanha”, disse.
Para melhorar o uso da rede, alguns grupos, e até neonazistas individualmente, criaram ”manuais” de como recrutar o maior número possível de pessoas.
Estratégia
O americano Milton John Kleim Jr., que se auto-intitula o ”O Nazista Número 1 na Net”, lançou o texto ”Sobre as Táticas e Estratégias para a Usenet”, que pode ser encontrado em vários endereços de propaganda racista. A Usenet é a parte da rede de computadores onde estão os grupos de discussão.
Nele, Kleim, que só divulga idéias racistas por computador e que age sozinho, pede que os ”recrutadores do nazismo” entrem nos grupos de discussão comuns e comecem a lançar idéias racistas.
”O crucial é que a nossa mensagem seja disseminada para além de nossos grupos”, diz o texto.
Começou assim, por exemplo, com o grupo de discussão sobre o caso O. J. Simpson (ex-jogador de futebol negro absolvido pela morte de sua ex-mulher e de um amigo dela, ambos brancos). O grupo foi usado para mostrar números sobre crimes cometidos por negros.
Se falam de comida, por exemplo, Kleim recomenda que o ”recrutador” diga que a supervisão da comida ”kosher” (judaica) custa dinheiro público. ”Grupos sobre política e sociedade são adequados para nossa mensagem sobre a mídia controlada pelos judeus.”
O americano Wyatt Kaldenberg, que divulga o WAR pela rede, disse que o retorno é rápido. Após usar um desses serviços, ele afirmou ter recebido cem cartas por e-mail (correio eletrônico) em 36 horas.
Nesses grupos, os racistas também colocam os endereços na World Wide Web (parte multimídia da Internet) de seus grupos.
Esses endereços na Web quase sempre usam o preto, o vermelho e o branco. Eles aproveitam os recursos visuais e colocam músicas e vídeos para atrair os jovens.
Segundo o WAR, 10% de seus membros são jovens que acessam a Internet pela universidade.
Reação
Gravadoras, revistas, endereços para ”links” (ligações) e grupos neonazistas na Internet criaram uma reação contrária: o surgimento de grupos anti-racistas na rede.
O principal deles, o The Nizkor Project, baseado no Canadá, alerta para ”os perigos” do uso da Internet pelos neonazistas.
Grupos como o Simon Wiesenthal Center (caça-nazistas) e a Anti-Defamation League (Liga Antidifamação) também entraram na Web e dão informações sobre o uso da rede pelos radicais. Mas, ao mostrar onde os neonazistas estão, facilitam também o acesso de algumas pessoas a esses grupos.

RODRIGO ONIAS redator da Folha de São Paulo.

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http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/985408-aumentam-conflitos-entre-punks-e-skinheads-em-sao-paulo.shtml


http://construindohistoriahoje.blogspot.com/search/label/F%C3%89

http://desconstruindo-o-comunismo.blogspot.com/2012/02/os-perigos-do-marxismo-ateu-nao-se-pode.html

http://construindohistoriahoje.blogspot.com/2012/02/natureza-humana-x-natureza-divina.html

Ilse Koch: uma das mulheres mais más da história.

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Ilse tornou-se sinistramente famosa por colecionar como sourvenirs feitos com pedaços de peles tatuadas de prisioneiros dos campos de concentração. Histórias de sobreviventes contam que ela tinha cúpulas de abajures feitos de pele humana em seu quarto e era conhecida pelo apelido de “A Cadela de Buchenwald“, pelo caráter perverso e crueldade sádica com que tratava os prisioneiros deste campo.

Nascida em Dresden, na Alemanha, uma cidade-mártir da II Guerra Mundial, e filha de um fazendeiro, ela era conhecida como uma criança educada e alegre no ensino elementar. Aos 15 anos deixou a escola para trabalhar numa fábrica e depois numa livraria. Na época, a economia alemã ainda não tinha se recuperado da derrota da I Guerra Mundial e seu trabalho na livraria a fez começar a se interessar pela nascente ideologia nazista, o que a fez começar a ter relações – em parte sexuais – com integrantes locais das SA.

Artefatos apreendidos na casa de Ilse, entre eles duas cabeças.

Em 1936, começou a trabalhar como guarda e secretária no campo de concentração de Sachsenhausen perto de Berlim, onde se casou com o comandante Karl Koch, muito conhecido pelo seus “eficazes” métodos de tortura e que mais tarde tornou Buchenwald como um campo de concentração modelo pelos nazistas, o tempo médio de vida dos prisioneiros neste campo não passava de três meses.

Pedaços de peles tatuadas que eram apresentadas como troféus.

Em 1937, Ilse chegava a Buchenwald, não como guarda, mas como esposa do comandante. Influenciada por ele e por seu poder, Ilse começou a torturar e humilhar prisioneiros, em 1940, construiu uma arena de esportes fechada, com o dinheiro de prisioneiros e seus parentes e no ano seguinte se tornaria supervisora senior da pequena guarda feminina que servia em Buchenwald.

Em abril de 1945, uma equipe de inteligência da Divisão de Guerra Psicológica do Quartel-General Supremo das Forças Aliadas foi para o recém-libertado Buchenwald Camp, entrevistou sobreviventes e tentou documentar o que tinha acontecido lá. Segue um dos trechos do livro (página 64): ”…tinha todo o campo pesquisado para as pessoas com tatuagens, e eles tinham fotografado.Os presos foram mais tarde chamados para o portão pelo comandante Koch, selecionados de acordo com o esplendor de sua pele tatuada, e enviado para a enfermaria.Logo depois, os melhores exemplos de pele apareceram no Departamento de Patologia, onde foram preparados e foram mostrados aos visitantes SS como tesouros especiais durante anos.Koch tinha um “abajur” artística feita por si mesmo fora de ossos humanos esticada sobre a pele humana. Centenas de peles preparados humanos foram enviados para Berlim, por ordem do médico-chefe para os campos de concentração…”.

Ilse e outros oficiais obrigavam os prisioneiros e ficarem nus nos domingos para procurarem tatuagens e peles “em boas condições” para a construção de artefatos para casas e até mesmo artefatos pessoais bolsas, que exibiam depois com orgulho.

Ilse Koch em julgamento

Em 1941, Karl Otto Kock foi transferido para o comando de Majdanek, onde serviria por dois anos. Em 1943, entretanto, eles foram presos pela Gestapo, acusados de desvio de dinheiro e de bens judeus coletados no campo, que por lei era propriedade do Reich. Ilse ficou presa até o começo de 1945 quando foi inocentada e solta, mas seu marido foi condenado à morte e executado em abril do mesmo ano. Ela então foi viver com os membros sobreviventes de sua família na cidade de Ludwigsburg onde foi presa pelos norte-americanos em 30 de junho de 1945.

Julgada por crimes de guerra, em 1947, e condenada à prisão perpétua, foi libertada após cumprir quatro anos sob a alegação de seus advogados que as evidências conseguidas não eram conclusivas. Assim que foi libertada pelos norte-americanos, foi novamente presa desta vez pelos alemães e colocada novamente frente a uma corte de justiça, devido ao grande número de protestos pela decisão de soltura, sendo novamente condenada à prisão perpétua.

Ilse Koch cometeu suicídio se enforcando na prisão feminina de Aichach após escrever uma última carta a seu filho, em 1 de setembro de 1967 aos 60 anos de idade.

Você quer saber mais?

http://www.history.ucsb.edu/faculty/marcuse/classes/33d/projects/naziwomen/ilse.htm

http://z4.invisionfree.com/Holocaust/ar/t10.htm

A bandeira Integralista e o Sigma. Nenhuma relação com simbologia nazista.

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A bandeira do Movimento Integralista é simbolizada por uma bandeira azul e branca com as seguintes características: em campo azul real, uma esfera branca, ao centro da qual se destaca um Sigma maiúsculo em cor preta.

O azul da bandeira simboliza a atitude do pensamento integralista. Evoca distâncias, mostrando que o Integralismo não se submete aos limites políticos que nos têm amesquinhado, mas tem um grande ideal que é a integridade do Brasil e a projeção de seu respeito e grandeza entre os povos do Universo.

A esfera branca mostra a pureza de sentimentos e a sinceridade dos propósitos integralistas.

A cor branca é ainda a resultante da mistura de todas as cores, e o Sigma nela inscrito significa, como está dito acima, é a integralização de todas as Forças Sociais na suprema expressão da Nacionalidade.

Cada sub-divisão do movimento contava com símbolos próprios, como por exemplo, os plinianos (os grupos de juventude), cuja bandeira era similar à oficial, porém, com um cruzeiro do sul atrás do sigma. Gostaria que o leitor frisasse bem esses símbolo, pois atualmente grupos de cunho neonazista têm adulterados símbolos integralistas para parecerem com símbolos nazistas e um deles é o da Juventude Pliniana, que aparece como uma bandeira da marinha de guerra nazista. UM ABSURDO!!!A simbologia integralista é 100% nacional e isso incomoda a muitos principalmente por pregarmos a mestiçagem das etnias que compõem o Brasil e o cristianismo como base familiar.

O que e o Sigma?

O Sigma é o sinal simbólico do Movimento Integralista . É uma letra grega que corresponde ao nosso "S" sinonimo de soma. É usada para indicar a soma dos finitamente pequenos e também era a letra com a qual os primeiros cristãos da Grécia indicavam o nome de Cristo (Soteros).

O símbolo lembra que o nosso movimento tem o significado de
integrar todas as forças sociais do país na suprema expressão da nacionalidade, seja você negro, branco, pardo ou indígena, a nossa luta é para implantar o estado integral.

Neonazismo e nazismo na rede. O que fazer?

Se você viu algum dos símbolos que seguem abaixo em algum site ou blog. Denuncie, pois o uso desses símbolos são proibidos em nosso território nacional. São símbolos de ódio! Símbolos que pregam o ódio contra negros, amarelos, pardos etc. Símbolos que dizem...se você não for branco você não presta para nada, ENTÃO UNA-SE A NÓS INTEGRALISTAS NA LUTA CONTRA ESSAS ATROCIDADES.....NAZISMO NUNCA MAIS!!!!!!!

Denuncie! Nazismo é crime!ESSES SÍMBOLOS NÃO TÊM NENHUMA RELAÇÃO COM O MOVIMENTO INTEGRALISTA E NUNCA TIVERAM!

Abaixo seguem os links das principais instituições governamentais e ongs, aonde você pode denúnciar sites e blogs de cunho neonazista.

Estou colocando os principais links das páginas oficiais do movimento integralista nas quais poderam encontrar informações sobre as origens do movimento e juntamente segue os principais e-mails da direção da FRENTE INTEGRALISTA BRASILEIRA.

Você quer saber mais?

http://denuncia.pf.gov.br/

http://www.safernet.org.br/site/

https://denuncia.uol.com.br/

http://www.dpf.gov.br/

Conheça realmente o Integralismo!

http://www.integralismo.org.br/

http://www.integralismo.org.br/?cont=786&vis=

http://acaodosblogsintegralistas.blogspot.com/

http://noticiasdosigma.blogspot.com/

Informações para envio de correspondências:

Caixa Postal 1156, São Paulo - SP - CEP 01032-970

Presidência Nacional

presidencia@integralismo.org.br

Conselho Diretivo Nacional

cdn@integralismo.org.br

Diretoria Administrativa Nacional

adm@integralismo.org.br

Secretaria Nacional de Doutrina e Estudos

doutrina@integralismo.org.br

Secretaria de Expansão e Organização

exp@integralismo.org.br

A fila suicida de Hitler e seus seguidores covardes!

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A queda dos covardes! Suicidios, medo, fugas, infanticidios....o fim do grande Reich e seus seguidores.

 Como Eva Braun estivesse sem apetite, Adolf Hitler almoçou apenas com seus dois secretários e o cozinheiro. Às 15h30, ao final da refeição, o líder do Reich levantou-se da cadeira e retirou-se para o quarto ao lado da ex-amante - com quem, 36 horas antes, finalmente se unira em matrimônio. No caminho para a câmara privativa, Josef Goebbels e alguns poucos fiéis, prostrados, observavam. O casal adentrou a alcova. E o barulho da porta se fechando foi o último antes que o Führerbunker se inundasse definitivamente de silêncio depois do estampido abafado de um tiro.

Passaram-se alguns minutos até que a corte nazista entrasse no dormitório. O corpo de Adolf Hitler, auto-proclamado chefe da nação de super-homens arianos, estava afundado em um sofá, sua impecável farda marrom já escarlate pelo sangue que escorria de seu rosto. Uma bala na boca: suicídio. Dois revólveres jaziam no chão, mas apenas um havia sido disparado. Ao lado do companheiro, Eva Braun encontrava-se estirada e igualmente defunta; seu óbito, porém, resultara de uma dose de veneno.

Os cadáveres foram recolhidos pelo major da SS e valete de Hitler, Heinz Linge, que, com a ajuda de Martin Bormann, os levou para o jardim da Chancelaria. Lá, Erich Kempka, o motorista do líder, empurrou-os para uma cratera aberta pelas bombas soviéticas que caíam, àquela altura, às centenas sobre Berlim; embebidos em petróleo, foram queimados. Goebbels ergueu sua mão direita, em derradeira saudação ao chefe nazista. Era o fim da linha para o Führer.

A última foto curvado e abatido e covarde, Hitler, à beira da morte, inspeciona danos na chancelaria.

Ainda que o artífice da mais sangrenta guerra da cristandade tenha nomeado um sucessor - o almirante Karl Dönitz - , já estava claro que o regime nazista chegara
ao ocaso. O calendário marcava 30 de abril de 1945, aziaga jornada para o totalitarismo teutônico: a 400 metros do local onde as carcaças de Hitler e Eva Braun eram consumidas por labaredas, o Reichstag, símbolo do poderoso governo nazista, ardia em chamas com os petardos certeiros do Exército Vermelho.

Clique na imagem para ampliar!

No dia seguinte à morte do chefe, Goebbels, seu fiel escudeiro e Ministro da Propaganda, o seguia no suicídio. Três semanas depois, foi a vez de Heinrich Himmler, chefe da SS, genitor do extermínio dos judeus e responsável maior pelo terror da suástica, resolver tirar a própria vida. O Reich esfarelava-se com o apagar de seus mentores, unidos em vida pela megalomania e na morte pela mais repugnante covardia. 

Copyright ©construindohistoriahoje.blogspot.com.Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Construindo História Hoje”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Construindo História Hoje tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “http://www.construindohistoriahoje.blogspot.com”http://www.construindohistoriahoje.blogspot.com. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Construindo História Hoje que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.


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Nazismo, fascismo, racismo.

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Maria Amélia Salgado Loureiro (coordenadora)

Qual a opinião do Integralismo sobre nazismo, fascismo e racismo? 

O nazismo, isto é, o nacional-socialismo, conforme seu nome indica, é um misto do socialismo de Marx e do nacionalismo de Bluntschili, cuja doutrina identifica a Nação com o Estado. Entram na composição do nazismo ainda o pensamento de Nietzsche, que engendrou o Super-Homem e pregou a violência, assim, como as idéias racistas de Houston Chamberlain e Gobineau. Transferindo a idéia do Super-Homem de Nietzsche para a Super-Raça, o nazismo identificou esta com o Estado absorvente, totalitário, belicoso, conquistador e opressor. É uma doutrina condenável que foi, deste o começo, reprovada pelo Integralismo, como se vê na famosa "Carta de Natal e Fim de Ano", de Plínio Salgado, publicada em 1935.

E fascismo? 

Quanto ao fascismo, o Integralismo o considera um regime de circunstância, aparecido na Itália no momento em que o comunismo avançava assustadoramente, ameaçando a integridade daquela Nação. Não tinha uma doutrina fixa como o nazismo. Uma vez no poder organizou o Estado baseado no corporativismo católico, absorvendo o partido cristão de D. Stulzo, no nacionalismo pregado pelo partido desse nome e tradições históricas do povo italiano e seus ancestrais romanos. Tentou debalde dar ao movimento um conteúdo filosófico, por esforço de alguns intelectuais como Giovanni Gentile, mas o sentido político do regime foi pragmático, mais se preocupando com as realizações administrativas.

Então o fascismo pode ser aceitável?

Não. O fascismo não é aceitável por ser um regime que suprime a liberdade individual e elimina a representação política, pois as corporações não tinham no fascismo senão uma função econômica e a Câmara fascista não passava de um órgão constituído pelas listas do partido único, não havendo, portanto, circulação livre da opinião popular.

O Integralismo é anti-racista? 

Evidentemente. A declaração a tal respeito se encontra no Manifesto de Outubro de 1932, em seu Capítulo 4º. Seria ridículo que em nosso País, onde somos o resultado de um conjunto de raças - índios, pretos, europeus e asiáticos - adotássemos qualquer preconceito racial. Além do mais, o integralismo é Cristão e Cristo pregou a confraternização de todos os povos e raças.
(Excertos do Livro Coordenado por Maria Amélia Salgado Loureiro, “O Integralismo. Síntese do Pensamento Político Doutrinário de Plínio Salgado” – São Paulo – Voz do Oeste – 1981 – 80 págs. – il.; págs. 37, 38 e 39).

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http://integralismo.blogspot.com.br/2008/02/nazismo-fascismo-racismo.html




Goebbels, fanátismo, transtorno e loucura!

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Em fevereiro de 1943, quando a derrota de Estalingrado tornara evidente que seria absurdo prosseguir a Segunda Guerra Mundial e que a Alemanha não tinha como vencê-la, o ministro da Propaganda do Reich, Joseph Goebbels, fez um comício no Sportpalast de Berlim, perguntando ao microfone: "Vocês querem a guerra total?". "Sim", gritou a massa em uníssono.

Grave transtorno de personalidade

Esse era o ponto forte de Joseph Goebbels. O ministro da Propaganda de Hitler sabia como mobilizar as massas, inflamá-las e manipulá-las a serviço da ideologia nazista. Eram famosas as suas incitações contra os judeus, com as quais ele preparara o terreno para a política de extermínio nacional-socialista.

Em sua biografia de 900 páginas Joseph Goebbels - Biographie, o historiador Peter Longerich esboça, no entanto, um Goebbels bem distinto do homem poderoso do regime nazista. Longerich foi o primeiro historiador a investigar todos os diários de Goebbels que restaram. Em suas anotações de 1924 até o seu suicídio em 1945, o político registrou pensamentos, observações e acontecimentos, escrevendo assim uma cronologia do nazismo através de uma ótica pessoal.

A partir desses testemunhos, Longerich reúne indícios de que Goebbels sofria de um grave transtorno de personalidade. O grande propagador do nazismo buscava de forma extrema o reconhecimento por parte de outras pessoas, indica o historiador.

Uma possível origem disso pode ter sido a deficiência provinda de uma doença da medula óssea em sua infância. Goebbels tinha baixa estatura e era aleijado. Durante toda a vida, o estrategista de Hitler lutou por reconhecimento, mesmo que se mostrasse forte e superior.

Uma religião chamada nacional-socialismo

Nascido na Renânia, uma região predominantemente católica, Goebbels se afastou da religião desde cedo. E o nacional-socialismo acabou se tornando para ele um substituto da religião. Seu novo redentor se chamava Adolf Hitler.

"Ao que tudo indica, ele considerava Hitler realmente um enviado de Deus, um homem com habilidades super-humanas", explica

Longerich a completa fixação de Goebbels em seu ídolo. O partido e Hitler lhe propiciaram a ascenção social e o reconhecimento que ele ansiava. E assim Goebbels se tornou o mais leal adepto e uma pessoa de absoluta confiança do ditador nazista.

Em sua biografia, Longerich traça a trajetória de Goebbels desde o início de sua carreira fracassada como escritor e jornalista doutorado, passando pela fase em que ele se tornou um agitador do movimento nacional-socialista. O livro acompanha seu percurso como ministro da Propaganda do Reich, uma função na qual procurou obter domínio completo sobre a cultura e a opinião pública, e por fim como plenipotenciário da "guerra total".

A receita de sucesso de Goebbels foi usar e aperfeiçoar os métodos da agitação de massa empregados nas disputas eleitorais da República de Weimar. Quanto à mídia, conseguiu mantê-la sob controle por meio da censura.

Fixação em Hitler

Ao assumir o controle sobre todos os âmbitos da cultura, do teatro ao cinema, passando pela música, ele se projetou como político cultural. O biógrafo Longerich considera peculiar essa posição de poder que Goebbels insistiu em assumir. "Embora ele certamente tenha sido a figura dominante da propaganda nazista, nunca conseguiu controlar absolutamente o aparato. Medido por seus próprios padrões de qualidade, no fundo não foi tão longe".

Mas sem o ministro da Propaganda Goebbels, responsável por ter estabelecido Hitler como uma "marca", a política nazista jamais teria tido o alcance que teve. O estrategista recorreu ao lema "Um Führer – Um Povo", usando virtuosamente as mídias novas da época, o rádio e o cinema, como canais de manipulação.

A biografia de Longerich esboça o retrato de um homem que sacrificaria tudo para obter reconhecimento e êxito, até mesmo sua própria família. Em 1º de maio de 1945, poucos dias antes de Hitler se matar e de a Alemanha capitular, Goebbels e sua mulher Magda cometeram suicídio.

Pouco antes, o casal assassinara seus seis filhos. Esse cínico homicídio colocou um ponto final desesperado a uma vida de identificação incondicional com Adolf Hitler.

Autora: Sigrid Hoff (sl)
Revisão: Alexandre Schossler

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Experimentos médicos nazistas

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 Na foto acima Mengele

Esses talvez sejam os mais famosos experimentos monstruosos. Josef Mengele, um médico alemão, se é que pode ser assim chamado, realizou experimentos horríveis em Auschwitz na esperança de provar as suas teorias da supremacia racial dos arianos.

 Muitos morreram em suas mãos. Dizem que ele até guardava os olhos de seus pacientes mortos. Ele testava medicamentos e químicos nos prisioneiros, os forçava a ficar em temperaturas congelantes e a entrar em câmaras de baixa pressão para experimentos de aviação, os submetia a procedimentos de esterilização experimental, entre outras atrocidades. 

Os seios de uma mulher chegaram a ser amarrados para ver quanto tempo seu filho levava para morrer de fome – depois, ela injetou uma dose letal de morfina no bebê para livrá-lo do lento sofrimento. Alguns dos médicos responsáveis pelas barbaridades foram julgados como criminosos de guerra, mas Josef Mengele nunca foi preso. 

Ele fugiu para a América do Sul e morreu no Brasil em 1979, de derrame.

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CONSTRUINDO HISTÓRIA HOJE. NOTA DE ESCLARECIMENTO

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Venho a público informar que a “rede” de blogues que fazem parte do Construindo História Hoje, do qual eu, Leandro Claudir sou autor, escritor e realizo a adaptação de textos operam sem fins lucrativos, e como tal não vendem, não anunciam, não aceitam doações e não realizam nenhum tipo de transações comerciais ou financeiras.

 

 O CHH (ou Construindo História Hoje)é uma entidade cultural, de proteção ao conhecimento que visa sua ampla divulgação.

 A ‘rede’ é composta pelos seguintes blogs:

 

 Construindo História Hoje(http://www.construindohistoriahoje.blogpspot.com.br),

 

 Construindo Pensamentos Hoje

 (http://www.construindo-pensamentos-hoje.blogspot.com.br),

 

O Construtor da História

 (http://www.oconstrutordahistoria.wordpress.com),

 

Desconstruindo o Capitalismo

(http://www.desconstruindo-o-capitalismo.blogspot.com.br),

 

Desconstruindo o Comunismo

(http://www.desconstruindo-o-comunismo.blogspot.com.br),

 

Desconstruindo Nazismo

 (http://www.desconstruindo-o-nazismo.blogspot.com.br).

 

São trabalhos pessoais com identidade inalienável e como tais estão licenciados sob CREATIVE COMMUNS ATTRIBUTION-NONCOMMERCIAL-NODERIVS 3.0 UNPORTED (CC BY-NC-ND 3.0). Attribution NonCommercial NoDerivs: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/. Legal Code full license: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/legalcode.

 

Um trabalho voltado unicamente para o compartilhamento do conhecimento entre todos os meus semelhantes, independente de etnia, credo ou nacionalidade, todos são bem vindos. Um trabalho que possui dezena de milhares de contribuintes, que contribuem com o mais precioso tesouro de um homem, as palavras!

 

Para maiores informações entre em contato através do formulário do blogue no endereço: http://www.construindohistoriahojecontato.blogspot.com/

 

Obrigado,

Leandro Claudir

 

Livro revela planos para 'colônia nazista amazônica' em 1935.

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Nazistas planejavam invador Suriname e Guiana Francesa para diminuir influência dos EUA na região.

Um livro alemão revela que, pouco antes da Segunda Guerra, militares nazistas planejavam estabelecer uma colônia no meio da selva amazônica. 

Segundo o livro Das Guayana-Projekt (O Projeto Guiana, na tradução livre) expedições de cientistas alemães à Amazônia entre 1935 e 1937 levaram à idéia de criar uma "área nazista" na região. 

O autor Jens Glüsing, correspondente da revista alemã Der Spiegel no Brasil, cita planos nazistas para invadir o Suriname e a Guiana Francesa com tropas que desembarcariam na Amazônia brasileira. 

A área seria "perfeita para ser colonizada pela raça nórdica ariana", disse o autor da idéia, o alemão Otto Schulz-Kampfhenkel, em uma carta ao então todo-poderoso general nazista Heinrich Himmler. 

Influência 

Os nazistas chegaram a se interessar pelo plano mirabolante, já que segundo Schulz-Kampfhenkel "uma base no norte da América do Sul diminuiria a influência dos Estados Unidos na região". 

 
"Se trata de um dos capítulos mais estranhos da era nazista", diz Glüsing, que para seu livro fez pesquisas na Alemanha e no Brasil. 

A obra foi publicada na Alemanha este ano e está tendo bastante repercussão depois que a revista Der Spiegel pôs trechos do livro em seu portal de história na internet, einestages.de, nesta semana. 

Segundo o autor, o plano não foi adiante porque os nazistas tinham outros projetos mais importantes a realizar e a Guiana Francesa estava sob o comando do regime de Vichy, na França, que era uma marionete dos nazistas. 

Submarinos alemães usaram a Guiana Francesa como base para atacar navios que trafegavam na região, diz Glüsing. 

O diretor do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, o alemão Christoph Jaster, organizou uma expedição três anos atrás para localizar pistas das expedições nazistas. 

Em seu livro, Jens Glüsing diz que "tudo que ele encontrou foi o túmulo de um colega de Schulz-Kampfhenkel." A cruz de madeira no meio da floresta ilustra a capa do livro. 

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Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE I.

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Campo de concentração (ou Realocação) de Manzanar, Califórnia.

Os campos de concentração nos Estados Unidos alojaram cerca de 120 000 pessoas, na sua maior parte de etnia japonesa, e sendo mais da metade delas cidadãos norte-americanos. Os campos, situados no interior do país, foram desenhados para esse fim e estiveram ocupados de 1942 até 1948.

O objetivo foi deslocá-los da sua residência habitual, majoritariamente na Costa Oeste, para instalações construídas sob medidas extremas de segurança; os campos estavam fechados com arame farpado, e vigiados por guardas armados, e situados em paragens afastadas dos centro populacional. As tentativas de abandono do campo resultaram ocasionalmente no abatimento dos reclusos.

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Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE II.O Começo do terror.

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Distribuição dos Campos de Concentração (ou Realocação) no Oeste dos Estados Unidos.

A ação foi tomada em resposta ao ataque a Pearl Harbor  durante a II Guerra Mundial, pelo que os Estados Unidos se incorporaram às Forças Aliadas contra o Eixo Roma-Berlim-Tóquio, mas foram majoritariamente as pessoas de etnia japonesa que viviam na costa do Pacífico as submetidas a este internamento.
O Tenente-general John L. DeWitt, comandante da Defesa Oeste dos Estados Unidos, foi encarregue de internar os norte-americanos de etnia japonesa. Embora DeWitt comandasse a evacuação forçosa, inicialmente expressou a um superior a sua moléstia por esta ordem, alegando que:

“Um cidadão norte-americano é, afinal, um cidadão norte-americano.”

De Witt também assegurou que era possível diferenciar os estrangeiros leais aos Estados Unidos dos não leais.
O Secretário de Guerra Henry Stimson era de acordo com DeWitt, mas a histeria contra os cidadãos de origem japonês pronto alcançou os níveis militares e governamentais.
A 10 de dezembro de 1941, espalhou-se o rumor de que 20 000 Nisei estavam preparando-se para iniciar um levantamento armado em São Francisco. DeWitt pensava arrestar de imediato todos os japoneses étnicos, mas o chefe local do FBI conseguiu convencê-lo de que a informação era falsa.
Algumas organizações norte-americanas clamaram pelo encarceramento de todos os Nisei, entre as que se destacam a Legião Norte-americana e os Filhos Nativos do Dorado Oeste. O Secretário da Armada Frank Knox acrescentou mais pólvora à histeria antijaponesa ao declarar que se levara a cabo um efetivo trabalho de quinta coluna em Hawai, e ao recomendar a evacuação de todas as pessoas com sangue japonês de Oahu. Porém, a declaração de Knox foi desmentida, confidencialmente, por pessoas próximas ao Presidente Roosevelt.
O Congressista Leland Ford escreveu em meados de janeiro uma carta recomendando que todos os japoneses "sejam colocados em campos de concentração no interior", assegurando que os japoneses étnicos naturalizados que realmente quisessem demonstrar o seu patriotismo deveriam estar dispostos a aceitar este sacrifício. O Governador de Oregon Charles A. Sprague demandou mais proteção contra atividades estrangeiras, fazendo ênfase nos japoneses residentes na costa. Pela sua vez, o Prefeito de Seattle, Earl Millikin, assegurou que embora a grande maioria dos japoneses étnicos não fossem uma ameaça, outros eram capazes de "queimar a povoação" e facilitar um ataque aéreo japonês. O Governador da Califórnia, Culbert Olson, também participou na histeria assegurando que alguns residentes japoneses estavam comunicando-se com o inimigo ou se estavam preparando para formar uma quinta coluna.
A princípios de fevereiro, Los Angeles Times participou em acrescentar a histeria contra os japoneses:

“Uma víbora é uma víbora, sem importar onde se abra o ovo. Do mesmo jeito, um japonês-norte-americano, nascido de pais japoneses, converte-se num japonês, não num norte-americano.”

Depois DeWitt ordenou realizar registros nas casas de japoneses étnicos, com o objetivo de apoderar-se de câmaras e armas "subversivas". Quando o Fiscal Geral Francis Biddle alegou que era preciso apresentar uma possível causa de arresto, DeWitt assegurou que ser descendente de japonês era uma. Porém, após realizar várias procuras sem ordens de registro, até mesmo nas casas de cidadãos norte-americanos, o FBI reportou que não se encontraram armas que pudessem ser utilizadas para ajudar o inimigo, nem câmaras que estivessem sendo usadas em trabalhos de espionagem.
A 25 de janeiro de 1942, Biddle foi convencido por Stimson, que pela sua vez foi convencido por DeWitt, de estabelecer zonas proibidas para os estrangeiros de países inimigos, e zonas restringidas, onde os estrangeiros poderiam estar mas sob vigilância. Posteriormente, Biddle explicou que aceitara porque cria que somente os estrangeiros se veriam afetados, não os estrangeiros naturalizados ou os cidadãos descendentes de estrangeiros.
A 9 de fevereiro, DeWitt solicitou a Biddle incluir a Portland, Seattle e Tacoma na lista de zonas proibidas, o que significava a evacuação de milhares de pessoas. Biddle recusou, alegando que não recebera uma justificação para aceder. Contudo, Biddle agregou que se esta evacuação era uma "necessidade militar", a decisão devia ser tomada pelo Departamento de Guerra, não pelo Departamento de Justiça.
Quase de imediato, o Presidente Franklin D. Roosevelt foi pressionado por Stimson para que acedesse ao plano de DeWitt. Depois, uma delegação do Congresso enviou uma resolução a Roosevelt solicitando a evacuação imediata dos japoneses étnicos, sem distinguir entre estrangeiros ou cidadãos.
A 14 de fevereiro, DeWitt recomendou formalmente a "evacuação de japoneses e outras pessoas subversivas da costa do Pacífico. DeWitt assegurou:

“O fato de não ter ocorrido alguma sabotagem até a data é uma indicação perturbante de que tal ação ocorrerá.”

A 17 de fevereiro, Biddle insistiu frente do Presidente de que não tomasse esta medida pela última vez, argumentando que não havia evidência de um ataque iminente e que o FBI não tinha evidências de possíveis sabotagens. O Diretor do FBI, J. Edgar Hoover, também recomendou a Roosevelt que não evacuasse os japoneses, mas foi em vão.
A 17 de fevereiro, Biddle insistiu frente do Presidente de que não tomasse esta medida pela última vez, argumentando que não havia evidência de um ataque iminente e que o FBI não tinha evidências de possíveis sabotagens. O Diretor do FBI, J. Edgar Hoover, também recomendou a Roosevelt que não evacuasse os japoneses, mas foi em vão.
Campos do War Relocation Authority no Oeste dos EUA.

A 19 de fevereiro, Roosevelt assinou a ordem executiva Nº 9066, autorizando o Departamento de Guerra para delimitar áreas militares onde a permanência das pessoas seria decidida pelo Secretário da Guerra Henry Stimson. Este último aclarou a DeWitt que os descendentes de italianos não deveriam ser molestados, e que somente alguns refugiados alemães deviam ser considerados.

Uma apelação apresentada por organismos de defesa dos direitos humanos tentou impugnar o direito do governo a encerrar pessoas por razões étnicas, mas a Corte Suprema dos Estados Unidos recusou a petição.

A 23 de fevereiro, um submarino japonês I-17 disparou contra um armazém de combustível em Santa Bárbara, incendiando uns barris sem provocar baixas. Ao dia seguinte, unidades do Exército norte-americano em Los Angeles viram-se afetadas pela histeria e atiraram as suas armas antiaéreas ao céu. O ruído sobressaltou a algumas unidades de artilharia que também atiraram os seus canhões, cerca de 1430 cargas. Embora posteriormente esse episodio fosse chamado burlosamente a “Batalha de Los Angeles”, nesses dias somente contribuiu para incrementar a histeria populacional.

A 2 de março, DeWitt estabeleceu a Área de Exclusão Militar 1, que ocupava o oeste de Washington, Oregon, Califórnia e a metade sul da Arizona. A Área de Exclusão militar 2 ocupava o restante dos estados mencionados. DeWitt não pôde iniciar de imediato a evacuação porque se apercebeu que não era considerado um crime que um civil recusasse cumprir uma ordem militar. Stimson solucionou o problema criando uma lei que condenava tudo civil que desobedecesse um militar numa área militar a um ano de prisão e a uma multa de 5000 dólares. A 9 de março, a lei foi apresentada no Congresso, somente um senador republicano se opôs, e ninguém votou contra da lei. A 21 de março a lei foi assinada por Roosevelt e DeWitt finalmente obteve o sinal verde para iniciar a evacuação forçosa dos Nisei.

A 31 de março de 1942 a Zona 1 foi declarada fora de limites para qualquer pessoa de ascendência japonesa. De imediato ordenou-se que aqueles japoneses ou descendentes de japoneses residentes que se preparassem para partir, sem especificar o seu destino e limitando a sua bagagem a um bolso de mão. Embora 7 de cada 10 étnicos japoneses afetados pela medida tivessem nascido nos Estados Unidos, a ordem não fazia distinção sobre nativos ou estrangeiros.

Também se pensou em internar os estrangeiros alemães e italianos, mas houve tantos protestos que o governo norte-americano desistiu, argumentando que a estrutura econômica dos Estados Unidos ver-se-ia afetada e que o moral dos cidadãos descendentes de alemães e italianos decairia.
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Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE III. O horror se estabelece.

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Prédio da administração do Campo de Concentração (ou Realocação) de Dalton CCC Wells).

Inicialmente pensou-se em obrigar as pessoas de etnia japonesa a viver numa áreas escolhidas no interior do país, mas os povoadores destas áreas protestaram contra a medida e decidiu-se internar os prisioneiros em campos especialmente criados para este fim.

Então, as pessoas de etnia japonesa, cerca de 110 000, foram obrigados a vender as suas moradias e negócios em oito dias, embora em algumas partes este tempo se rebaixasse a quatro dias ou fosse elevada a duas semanas. Ao ficarem a saber esta medida, apareceram compradores hostis, que compraram as posses japonesas a preços muito baixos. Naqueles dias, os japoneses étnicos possuíam 0,02% da terra cultivável da Costa Oeste, mas o valor das suas terras, em média, era sete vezes superior ao do média regional. Quando a um afetado pela medida eram negados uns dias adicionais para a colheita, destruiu-a. Imediatamente foi arrestado acusado de sabotagem; este foi o maior caso de sabotagem japonesa reportado nos Estados Unidos durante a guerra.

 Área residencialdo Campo de Concentração (ou Realocação) de Rio Gila.

Muitos japoneses colocaram as suas posses em armazéns, esperando poder reclamá-las depois da guerra, mas enquanto isso, foram vandalizadas e roubadas. Alguns arrendaram-nas, mas os ocupantes depois recusaram pagar o aluguer. Alguns donos de plantações descobriram depois da guerra que os seus trabalhadores venderam os terrenos a terceiros. Muitos que decidiram não vender as suas propriedades, descobriram depois da guerra que as suas casas foram invadidas ou que o Estado as expropriara por não pagar impostos.

Uma vez finalizado o tempo para a preparação, os japoneses étnicos foram levados a centros de reunião em comboios ou ônibus, vigiados por guardas armados. Na maioria dos casos, estes centros eram hipódromos, e os evacuados tinham de dormir nos estábulos.
No final de maio de 1942, os evacuados foram instalados em campos rodeados por alambradas. Estes campos foram chamados "centros de relocalização", mas as condições de vida ali eram apenas ligeiramente melhores que as dos campos de concentração.

Nos campos, entregaram placas para se identificarem a cada família, com um número para cada membro.

 Veículos confiscados.

Um campo de internamento foi o de Crystal City, no Texas, onde foram colocados, entre outros, japoneses, nipo-latinos e alemães. Neste campo os internados receberam um trato agradável por parte das autoridades norte-americanas. Por outro lado, o campo de Tule Lake esteve sob um regime mais severo; foi reservado para os descendentes de japoneses e as suas famílias que eram suspeitos de espionagem, traição ou deslealdade, bem como para líderes comunitários, como sacerdotes ou mestres. Outra famílias foram levadas a Tula Lake ao solicitarem ser repatriadas ao Japão. Neste campo houve algumas manifestações pro-japonesas no decurso da guerra.

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Campos de concentração nos Estados Unidos. PARTE IV. O fim da humilhação e desrespeito com seus próprios cidadãos.

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Planta do Campo de Concentração de Manzanar.

A princípios de 1943, DeWitt já não contava com credibilidade no Departamento de Guerra, e foi relevado do controle no Comando Oeste. No seu reporte final, DeWitt assegurou que a evacuação forçosa dos japoneses para campos fora necessária, pois assegurou ter recebido centos de reportes sobre aparições de luzes na costa e transmissões de rádio de origem desconhecida. Hoover mofou-se da Divisão de Inteligência Militar de DeWitt, pois mostrava "histeria e falta de julgamento".

Contudo, não foi até a primavera de 1944 que o Departamento de Guerra recomendou a dissolução dos campos ao Presidente Roosevelt. Contudo, devido a que esse ano Roosevelt buscava a reeleição, a decisão foi adiada.

Assim, na primeira reunião de gabinete depois da reeleição de Roosevelt, decidiu-se soltar
todos os evacuados que demonstraram ser leais. Mas esta decisão tardou um ano em ser executada completamente.

À saída, os evacuados receberam um boleto de comboio e 25 dólares.

O governo norte-americano ofereceria compensações às vítimas a partir de 1951, mas desculpar-se-ia somente em 1988, afirmando que a concentração de prisioneiros se deveu a "os prejuízos raciais, a histeria bélica e a deficiência do liderado político". O Presidente Ronald Reagan assinou ademais uma ata na que oferecia 20 mil dólares às vítimas sobreviventes.

 Vista aéreaoblíqua doCampo de Concentração (ou Realocação) de Heart Mountain.

Durante a guerra, muitos norte-americanos descendentes de japoneses perderam todas as suas posses, pois as suas poupanças foram confiscadas pelo governo ao serem considerados "propriedade inimiga". Estima-se que se perderam uns 400 milhões de dólares desta maneira, mas depois da guerra, o governo apenas devolveu 40 milhões. Contudo, estas devoluções ocorreram muitos anos depois do ataque a Pearl Habor. No caso dos clientes do Yokohama Specie Bank, banco norte-americano de origem japonesa, os depositantes não receberam as suas poupanças até 1969, quando a Corte Suprema falhou ao seu favor, especificando que a devolução devia ser realizada sem interesses e ao troco pré-guerra.

Uma das unidades mais condecoradas durante a guerra foi o 442º Equipo de Regimento de Combate, integrado por japoneses-norte-americanos. Em total recebeu sete Citações Presidenciais da Unidade, uma Medalha de Honra, 47 Cruzes por Serviço Distinguido, 350 Estrelas de Prata, 850 Estrelas de Bronze e de 3600 Corações Púrpura. Contudo, em alguns casos, a família de um soldado podia encontrar-se nos campos.

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Zyklon B: Cianureto de Potássio

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Foto: US Holocaust Memorial Museum

Cianureto é o nome genérico de qualquer composto químico que contém o grupo ciano C≡N, com uma ligação tríplice entre o átomo de carbono e o de nitrogênio. O cianureto de potássio, também chamado de cianeto de potássio, é um composto químico altamente tóxico, se tiver contato com qualquer ácido se converte em gás cianídrico (HCN), que se inalado pode levar à morte. O íon cianeto reage na hemoglobina do sangue fazendo com que esse não transporte oxigênio aos tecidos, por isso é considerado substância hematóxica (que intoxica o sangue), acarretando em morte rápida.

Os cianetos possuem utilizações importantes como: na revelação fotográfica e na produção de plásticos, acrilato e colas instantâneas (cianoacrilato). O cianeto de ouro é usado para a douração de certos metais, a frio (sem a necessidade de processo de eletrólise).


O cianureto é encontrado na natureza em diversas plantas, como nas sementes lenhosas de algumas frutas, e em uma variedade da mandioca, vulgarmente chamada de
mandioca-brava: uma planta sul-americana altamente tóxica quando in natura, mas sua raiz é muito consumida e apreciada na forma de farinha torrada, quando perde suas toxinas. Mas infelizmente ficou mais conhecido para ocasionar a morte de pessoas. Na história há relatos:

- Usado durante a Segunda Guerra Mundial era ingerido para cometer suicídio. Ao ser ingerido provoca ardência na boca, rigidez do maxilar inferior, constrição da garganta, salivação, náuseas e vômitos.


-
Alan Turing suicidou-se comendo uma maçã com o cianureto. Soldados alemães da Segunda Guerra usavam-no para cometer suicídio, através de ingestão.

- Nos campos de extermínio alemães da Segunda Guerra Mundial foi usado um gás tóxico à base de cianureto, conhecido como
Zyklon B ("Ciclone B") nas câmaras de gás. Criado originalmente como um pesticida para a eliminação de piolhos e pulgas, o Zyklon B acabou sendo usado para o extermínio de seres humanos.

- Acredita-se que o próprio
Adolf Hitler possa ter se suicidado com um cianureto, no fim da guerra, mas a verdade sobre seu suicídio nunca foi totalmente esclarecida.

- Nos Estados Unidos, cápsulas concentradas de cianureto foram a forma de aplicação da pena de morte. Na câmara de gás que funcionava na prisão de
San Quentin, estado da Califórnia, as cápsulas eram derramadas em um balde contendo ácido, liberando assim os vapores mortais. Como a aspiração dos vapores provocava uma morte dolorosa e relativamente lenta, esse método de execução caiu em desuso. 

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Conhecendo a Wehrmacht

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 Foto: Documentário The Wehrmacht  2007.
AWehrmacht , conhecida como"Força de Defesa e resistência alemã", o nome do conjunto das forças armadas alemãs durante o Terceiro Reich entre 1935 e 1945 e abrangia o Exército, Marinha e a Força Aérea e tropas das Waffen-SS (que apesar de não serem da Wehrmacht, eram frequentemente dispostas junto às suas tropas). Foi criada para substituir a Reichswehr, criada em 1921 após o fim da I Guerra Mundial. 

No transcorrer de dez anos de sua existência, cerca de 18 milhões de soldados serviram na Wehrmacht. Perto de 5,3 milhões morreram
durante a II Guerra Mundial. O número de soldados e oficiais desaparecidos ou mortos nos campos de concentração, principalmente soviéticos, nos anos posteriores ao fim da guerra, é desconhecido.

Straight-armed Balkenkreuz, uma versão estilizada da Cruz de Ferro, o emblema da Wehrmacht. (Imagem: Documentário The Wehrmacht  2007.)

Quando o presidente Paul Hindenburg faleceu em 2 de agosto de 1934, todos os oficias e soldados das forças armadas da Alemanha fizeram um juramento de lealdade a Adolf Hitler. Em 1935, a Alemanha começou a desprezar deliberadamente as restrições do Tratado de Versalhes, e o alistamento foi iniciado em 16 de março de 1935.

A lei de alistamento trouxe o novo nome Wehrmacht, cujo símbolo seria uma versão estilizada da Cruz de Ferro. A existência da Wehrmacht foi oficialmente anunciada em 15 de outubro de 1935. Acredita-se que o número de soldados que nela serviram durante sua existência de 1935 a 1945 seja perto de 18,2 milhões.

Depois da derrota alemã na II Guerra Mundial, e a rendição incondicional em 7 de maio de 1945 a Alemanha foi proibida de constituir forças armadas. Uma nova força armada alemã só foi elaborada nos anos da Guerra Fria.

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Nacionalismo não é Nazismo

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Nacionalismo não é Nazismo : este tem muito mais a ver com conceitos raciais e étnicos do que com nações. Hitler pregava a superioridade germânica , não alemã.


Existem certas mentes confusas que julgam qualquer manifestação nacionalista como nazismo ; Nacionalismo é apenas lutar pelos interesses de seu povo , é sentir orgulho pela sua pátria. Nazismo é atribuir inferioridade étnica a povos quaisquer , é julgar a superioridade racial de seu povo frente aos demais , é passar por cima dos outros povos em nome do seu próprio (um bom nacionalista sabe onde acaba os direitos de seu país e onde começam os do outro ). Nazismo é perseguição , morte , genocídios , humilhação , extermínio : Nacionalismo é orgulho das conquistas de seu povo , é não se deixar submeter aos interesses externos.
No Brasil costuma-se às vezes associar-se Nacionalismo a Ditadura Militar. Essa visão é absurdamente bizarra : foram governos que privilegiaram completamente os interesses externos em detrimento dos nossos , até porque só existiram devido ao suporte americano. Mesmo que um trabalhador brasileiro esteja muito mais próximo , em suas angústias , de um trabalhador argentino do que de um empresário brasileiro, nada justifica criar sobre esses fatos a falsa ideia de luta de classes.
Tem de se saber o limite onde o radicalismo começa a obscurecer e a tornar-se fim do nacionalismo. Pensar apenas em luta de classes é ingênuo : o assalariado brasileiro pode até ter as mesmas exigências de um assalariado argentino , mas certamente não são as mesmas de um assalariado sueco , pois esse ganha muito melhor. Portanto não dá pra se pensar numa luta de classes em escala mundial muito menos nacional, como muitos fazem : existem locais onde a distribuição de renda é muito melhor do que no Brasil , suavizando a diferença entre assalariado/dono dos meios do produção.
Exemplo de enforcamento praticado pelos nazistas no leste europeu. Isso não é nacionalismo, mas sim assassinato e dominação.
Para finalizar essa curta ideia sobre o Nacionalismo , se tivéssemos tido em nossa história governos realmente nacionalistas , com certeza não estaríamos nessa situação lastimável em que nos encontramos hoje , completamente abertos aos estrangeiros. Nossas ditaduras militares tem com certeza muito mais a ver com Nazismo do que com Nacionalismo.
Mulheres polonesas sendo levadas para o meio da mata para serem executadas por soldados da SS.
O Integralismo não se inspirou no nazismo. Quando o Integralismo surgiu ninguém nem sabia o que era nazismo no Brasil. E depois, o Integralismo, que é movimento autenticamente nacional, sempre foi contrário ao racismo, base do nazismo, e Plínio Salgado foi o primeiro pensador brasileiro a condenar publicamente o nazismo.
O Integralismo nunca foi contra os sindicatos, antes muito pelo contrário. O companheiro Integralista Olbiano de Mello, por exemplo, sempre defendeu a transformação do Brasil em uma república sindicalista.

O Nosso Chefe Plínio Salgado era radicalmente contrário ao ódio e ao uso de violência contra os comunistas, defendendo, sim, o combate ao comunismo, doutrina do ódio, da violência e da desagregação moral, combate que se daria não torturando e matando comunistas, mas sim combatendo as causas que levam ao comunismo: o materialismo, o capitalismo liberal, a liberal-democracia burguesa, o comodismo burguês, etc...

Para os que pensam que o Integralismo é o nazi-fascismo Tupiniquim:

“Desde a Monarquia, temos vivido sob a preocupação de impor ao nosso País sistemas políticos estrangeiros...

Assim, não devemos transplantar para o Brasil, nem o fascismo nem outros sistemas exóticos.” - Plínio Salgado,Manifesto da legião Revolucionária de SP, 1931.

“O problema brasileiro é muito mais difícil do que os da Rússia, da Itália e da Alemanha. Os modelos de Lenine, de Mussolini e de Hitler, não valem nada no caso do Brasil”. - Plínio Salgado, "Despertaremos a Nação".

“O homem no Estatismo Racista ou Imperialista, estadartiza-se, uniformiza-se nos movimentos de um todo que é a finalidade inumana do Estado”. - Idem, Ibidem.

“Não pretendemos uma ditadura, só os povos bárbaros permitem ditaduras”. - Idem, ibidem.
Ainda na Praça XV (Largo do Paço), estátua em homenagem ao Integralista negro João Cândido, líder da revolta da chibata.

“Não sustentamos preconceitos de raça; pelo contrário, afirmamos ser o povo
brasileiro tão superior como quaisquer outros. Em relação ao judeu, não nutrimos contra essa raça nenhuma prevenção. Tanto que desejamos vê-la em pé de igualdade com as demais raças, isto é, misturando-se, pelo casamento, com os cristãos." - PLÍNIO SALGADO.

"Assim como hoje, todos os que insurgem contra o comunismo e o materialismo são tidos por fascistas e nazistas, também naquele tempo." - Idem.

"No caso da Alemanha, não tenho dúvida (pelo que tenho lido nos livros nazistas, notadamente no livro de Hitler - 'Minha Luta' - e pelo que tenho deduzido das medidas e iniciativas governamentais),que o governo hitlerista está, sem dúvida alguma, infringindo as mais sagradas leis naturais e humanas e dando lugar a que católicos, ciosos do livre arbítrio e da intangibilidade do homem e de sua família, se rebelem contra o Estado. (...) O ascetismo, a mística, a super-humanização do tipo do Fuehrer, a sua divinização ao ponto de o considerarem, os mais exaltados, a encarnação de Odin, exprime um artificialismo político que foge de toda a base e equilíbrio da razão humana. Nós, os integralistas, que somos coisa absolutamente diferente do nazismo e do fascismo, não nos cansamos de dizer que o nosso fundamento é cristão."
Trechos do art. "Nacional Socialismo e Cristianismo Social", de PLÍNIO SALGADO, publicado a 14 de fevereiro de 1936. (cit. por Jayme Ferreira da Silva em "A Verdade Sobre o Integralismo", págs. 29 e 30.)

"Não podemos querer hoje mal ao judeu, pelo fato de ser o principal detentor do ouro, portanto principal responsável pela balbúrdia econômico-financeira que atormenta os povos, especialmente os semicoloniais como nós, da América do Sul. O judeu-capitalista é igual ao cristão-capitalista (...). Ambos não terão mais razão de ser porque a humanidade se libertará da escravidão dos juros e do latrocínio do jogo das Bolsas e das manobras banqueiristas. A ANIMOSIDADE CONTRA OS JUDEUS É, ALÉM DO MAIS, ANTICRISTÃ e, como tal, até condenada pelo próprio catolicismo. A guerra que se fez a essa raça na Alemanha, foi, nos seus exageros, inspirada pelo paganismo e pelo preconceito de raça. O PROBLEMA DO MUNDO É ÉTICO E NÃO ÉTNICO." Plínio Salgado
"Do Hitlerismo podemos tirar algumas lições em matéria de organização política e financeira, mas não sabemos em que nos poderia ser útil a tese da superioridade racial, tese que consulta uma situação local.
Nós brasileiros devemos nos libertar do jugo do capitalismo financeiro e do agiotarismo internacional, sem que para isso abandonemos os princípios éticos para descambarmos até aos preconceitos racistas. A moral não permite que se distinga entre o agiota judeu e o agiota que diz ser cristão; entre o açambarcador que frequenta a Cúria e o que frequenta a Sinagoga. O combate ao banqueirismo internacional e aos processos indecorosos dos capitalistas sem pátria, justifica-se no plano moral. E quando a pureza da norma ética está conosco, não se compreende bem qual a necessidade de outras justificações , que podem ser de efeito, mas que certamente são discutíveis." MIGUEL REALE.

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http://victoremanuelvilelabarbu.blogspot.com/2011/05/o-integralismo-e-igual-ao-nazi-fascismo.html

http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=137

http://acaodosblogsintegralistas.blogspot.com/

A Luta Integralista Contra a Infiltração Estrangeira no Brasil

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  Detalhes que fazem a diferença. Para melhor compreensão leia o texto que se segue.
"Equanto houver árvore, haverá folhas e flores, e frutos; enquanto houver Brasil haverá integralismo; e se algum dia não existir , o que não é possível que acredite quem for bom brasileiro."
Plínio Salgado
É preciso lembrar que , quando o integralismo surgiu no Brasil , a nossa Pátria estava ameaçada pela infiltração de doutrinas estrangeira , a tal ponto que os nazistas usavam impunemente os seus distintivos, as suas bandeiras e as suas camisas kaki, chegando mesmo a fazer desfiles em certos pontos do país , sob os olhos complacentes das autoridades, o que lhes facilitava conquistar prosélitos entre elementos descendentes da raça alemã, determinando por parte dos anti-totalitários nacionalistas o uso de exterioridades semelhantes para captar , nacionalizar brasileiramente tais elementos e impedi-los de formar quistos raciais que poderiam ser utilizados pelo imperialismo nazista.
Braçadeira Integralista.
Quando iniciei forte concorrência brasileira em santa catarina , os meus perseguidores foram os nazistas aliados aos políticos dominantes, políticos que mantinham em todo o estado , a custa dos cofres municipais, escolas em que só se ensinava em língua alemã. Assim , fomos ali muitas vezes proibidos de desfilhar com a camisa verde brasileira, mas vimos cheios de revolta os nazistas promoverem
suas festas ostensivamente usando suas camisas-pardas. Naquele estado fundei inúmeras escolas para ensinar a língua portuguesa e quando conseguimos eleger varias camaras municipais, substitui as escolas alemãs mantidas pelos cofres das camaras anteriores, por escolas brasileiras , que ensinam o português , o hino nacional e a historia do Brasil.

Os jornais alemães atacaram-me dizendo pretender eu ''caboclisar'' os arianos e um dia fui procurado por distinto diplomata brasileiro no meu gabinete á rua da quintada o qual me veiu informar sobre as palavras de ressentimento do ministro alemão no Rio durante uma festa no Itamaraty, contra o que ele , ministro , chamava a minha Ação anti-germânica . Esse fato foi confirmado pelo distinto diplomata, que- diga-se de passagem- não é nenhum dos que se encontram hoje servindo em países neutrais- na presença de um gentilíssimo diplomata norte-americana que então fazia uma visita cordial. Aliás , por pessoa íntima do
chanceler Oswaldo Aranha , tive também conhecimento de que , por ocasião de um incidente que motivou a retirada de um ''agrément'' por parte do governo alemão, esteatribuiu ao fato a influencia do que ele chamava ''nativismo integralista'' . Todos estes fatos são concebidos por muitos homens de bem. Os integralistas, pois que vestiam a camisa-verde em nada diferiam, por exemplo, da guarda metropolitana da Inglaterra, que esteve vigilante enquanto aquele país andou ameaçado de invasão alemã.

Ora, do mesmo modo como a Inglaterra esteve ameaçada por inimigos estrangeiro, também o Brasil o esteve de 1932 a 1937, tanto pelos planos racistas do nazismo como pelos deliberados designios do comunismo totalitário, e essa situação justificava a atitude que mais ainda se justificou quando , em setembro de 1939, nazistas e comunistas se identificaram no mesmo pacto. O meu argumento para os que dirigiam peguntas sobre a camisa-verde integralista e antitotalitária, era o de que a circusntancia de alguém usar licitamente na sua defesa a mesmaarma que o adversário emprega no ataque , longe de identificar esse alguém ao adversário, mais o diferencia dele, pois o que importa não é a roupa nem o instrumento em uso, e sim a atitude e a doutrina de cada qual.

No dia em que a sua doutrina anti-totalitária , espiritualista e cristã puder ser estudada por todos os nossos patrícios , hoje impedidos de o fazer pela cortina de fumo das calúnias , deturpações e falsidades de toda a espécie,contra qual a nossa pobreza não nos permite meios eficientes de defender-nos .
 
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Salgado, Plínio. O Integralismo Perante a Nação, Livraria Clássica Brasileira S.A. RJ, 1950.



http://www.historia-do-prp.blogspot.com

A Terceira Onda, de 1967, contada pelo professor Ron Jones. Parte I.

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Cubberley High School Professor Ron Jones. Creditos: Fotos de Adam Lau / The Chronicle
 
A historia do contada pelo professor Ron Jones de seu experimento, que criou um movimento proto-fascista entre os seus alunos de ensino médio, em Palo Alto, Califórnia, que em 2008 foi tema do premiado filme A Onda. 

A Terceira Onda

Ron Jones (1972)

Por muitos anos eu mantive um estranho segredo. Eu compartilhei esse silêncio com duzentos alunos. Ontem eu fale com um desses alunos. Por um breve momento tudo passou de volta.

Steve Conigio tinha sido um estudante do segundo ano da minha aula de História Mundial. Corremos um para o outro quase que por acidente. É uma daquelas ocasiões vivido pelos professores quando menos espera. Você está andando na rua, comendo num restaurante isolado, ou comprar alguma roupa interior quando, de repente, um ex-aluno aparece para dizer olá. Neste caso, foi Steve correndo pela rua gritando "Mr. Jones, Mr. Jones". Em um abraço envergonhado saudamos. Eu tive que parar por um minuto para lembrar. Quem é esse rapaz, abraçando-me? Ele me chama de Mr. Jones. Deve ser um ex-aluno. Qual o nome dele? Na fração de segundo da minha corrida de volta no tempo Steve sentiu o meu questionamento. Em seguida, sorriu e levantou lentamente a mão em uma posição curvada. Meu Deus Ele é membro da Terceira Onda. É Conigio, Steve Steve. Ele se sentou na segunda fila. Ele era um aluno brilhante e sensível.

E ficamos ali trocando sorrisos quando, sem um comando consciente eu levantei a minha mão na posição curvada. A saudação foi dada. Dois companheiros tinham encontrado muito tempo depois da guerra. A Terceira Onda ainda estava viva. "Mr. Jones Você se lembra da Terceira Onda?" Com certeza, foi um dos eventos mais assustadores que eu já experimentei na sala de aula. Foi também a gênese de um segredo que eu e duzentos estudantes que, infelizmente, partilhamos para o resto de nossas vidas.

Nós conversamos e rimos sobre a Terceira Onda pelas próximas horas. Então chegou a hora de partir. É estranho, você vai e pega alguns momentos de sua vida. Mantenha-os apertados. Então diga adeus. Sem saber quando e se você nunca mais vai ver outra vez. Oh, você faz promessas de conversar novamente, mas não vai acontecer. Steve vai continuar a crescer e mudar. Vou continuar a ser uma referência atemporal em sua vida. Uma presença que não vai mudar. Eu sou o Sr. Jones. Steve se vira e dá uma saudação silenciosa. Mão levantada para cima em forma de uma onda. Mão curvas em uma forma similar devolvo o gesto.

A Terceira Onda. Bem, finalmente, falar sobre o assunto. Aqui eu encontrei um aluno e nós conversamos por horas sobre esse pesadelo. O segredo deve finalmente estar diminuindo. Levou três anos. Posso dizer-vos e a qualquer outra pessoa sobre a Terceira Onda. Agora é apenas um sonho, algo para recordar, não é algo que tentamos esquecer. É assim que tudo começou. Por estranha coincidência, eu acho que foi de Steve, que começou as perguntas que levaram a Terceira Onda.

Estávamos estudando a Alemanha nazista e no meio de uma palestra que foi interrompido pela pergunta. Como pode a ignorante reivindicação alemã levar uma população ao massacre do povo judeu. Como poderia o povo, os condutores ferroviários, professores, médicos afirmarem que não sabia de nada sobre campos de concentração e da carnificina humana. Como as pessoas que eram vizinhos e talvez até amigos dos cidadãos judeus dizem que não estavam lá quando tudo aconteceu. Era uma boa pergunta. Eu não sabia a resposta.

Como ainda havia vários meses para terminar o ano letivo e eu já estava na Segunda Guerra Mundial, eu decidi tirar uma semana e explorar a questão. 

Força através da disciplina
Na segunda-feira, apresentei os meus alunos do segundo ano a história de uma das experiências que marcaram a Alemanha nazista. Disciplina. Dei uma palestra sobre a beleza da disciplina. Como um atleta se sente de ter trabalhado duro e regularmente para ser bem sucedido no esporte. Como uma bailarina ou pintor trabalha duro para um movimento perfeito. A paciência dedicada de um cientista em busca de uma idéia. É a disciplina. Essa auto-treinamento. Controle. O poder da vontade. A troca de dificuldades físicas para instalações superiores física e mental. O triunfo final.

Para experimentar o poder da disciplina, eu convidei, não mandei a classe para o exercício e usar uma nova postura sentada, eu descrevi como a postura correta sentado assistências concentração obrigatória e fortalece a vontade. Na verdade eu instruí a classe de uma postura sentada correta. Esta postura começou com os pés no chão, mãos colocadas em toda a classe para forçar um alinhamento em linha reta da coluna vertebral. "Você não conseguem respirar mais facilmente? Você está mais alerta. Não se sente melhor."

Nós praticamos esta posição para obter mais e mais atenção. Eu andava para cima e para baixo nos corredores de alunos sentados apontando pequenas falhas, fazendo melhorias. O assento apropriado tornou-se o aspecto mais importante da aprendizagem. Gostaria de descartar a classe que lhes permita sair de suas mesas e, em seguida, chamá-los de repente volta a atenção para uma posição sentada. Nos treinos de velocidade da classe aprenderam a mudar de posição de pé, sentado atenção em quinze segundos. Nos treinos eu foco concentrado a atenção nos pés paralelos e planos, nos tornozelos bloqueado, os joelhos dobrados em ângulo de noventa graus, as mãos espalmadas e cruzou contra as costas, coluna ereta, queixo para baixo, cabeça para a frente. Fizemos exercícios de ruído em que falar era permitido apenas para ser mostrado como um desserviço. Após minutos de trabalhos progressivo da classe pode mudar de posições em pé fora da sala a atenção sentada em suas mesas, sem fazer um som. A manobra levou cinco segundos.
Foi estranho a rapidez com que os estudantes tomaram a este código uniforme de comportamento que eu comecei a me perguntar o quão longe eles podem ser empurrados. Foi essa demonstração de obediência de um jogo momentânea estávamos todos a jogar, ou foi outra coisa. Foi o desejo de disciplina e uniformidade de uma necessidade natural? Um instinto social que todos nos escondemos dentro de nossa alma.

Decidi empurrar a tolerância da classe para a ação a ser regulamentada. No final de 25 minutos da aula, eu trouxe algumas novas regras. Os alunos devem estar sentados na sala de aula na posição de atenção antes do sino final, todos os estudantes devem levar lápis e papel para tomar nota, quando perguntando ou respondendo perguntas que um aluno deve estar ao lado de sua mesa, a primeira palavra dada em responder ou perguntar uma pergunta é "Mr. Jones". Nós praticamos curta "leitura silenciosa" nas aulas. Os estudantes que responderam de forma lenta foram repreendidos e em cada caso feita para repetir o seu comportamento até que ele foi um modelo de pontualidade e respeito. A intensidade da resposta se tornou mais importante que o conteúdo. Para acentuar isso, eu pedi respostas a serem dadas em três palavras ou menos. Os estudantes foram recompensados por fazer um esforço para responder ou fazer perguntas. Eles também foram reconhecidos por fazer isso de uma forma nítida e atencioso. Logo, todos na classe começaram a aparecer com respostas e perguntas. O nível de participação na classe mudou de uns poucos que sempre dominou as discussões para toda a classe. Ainda mais estranho foi a melhoria progressiva da qualidade das respostas. Todo mundo parecia estar ouvindo mais atentamente. Novas pessoas estavam falando. 

Quanto a minha parte neste exercício, eu não tinha nada, mas questiona. Porque não havia pensado dessa técnica antes. Os estudantes pareciam ter a intenção sobre a cessão e exibido recitação exata dos fatos e conceitos. Eles até pareciam estar a fazer perguntas melhores e tratar uns aos outros com mais compaixão. Como pode ser isso? Aqui eu estava decretando um ambiente autoritário aprendizagem e parecia muito produtivo. Agora comecei a refletir não apenas o quanto essa classe poderia ser empurrado, mas como tal, eu iria mudar a minha opinião de base para uma aula aberta e aprendizagem auto-dirigida. Foi toda a minha crença em Carl Rogers a murchar e morrer? Sempre foi essa experiência de liderança?

Força através da comunidade
Na terça-feira, segundo dia do exercício, entrei na sala de aula para encontrar todos sentados em silêncio na posição de atenção. Alguns de seus rostos estavam relaxados com sorrisos que vêm de agradar ao professor. Mas a maioria dos estudantes olhavam para a frente na concentração sério. Músculos do pescoço rígido. Nenhum sinal de um sorriso ou um pensamento ou mesmo uma pergunta. Cada fibra tensa para executar a ação. Para liberar a tensão, fui para o quadro negro e escreveu em letras grandes "FORÇA através
da disciplina". Abaixo desta eu escrevi uma segunda lei, "a força através da comunidade".

Enquanto a classe ficou em silêncio, comecei a palestrar sobre o valor da comunidade. Nesta fase do jogo eu estava debatendo em minha mente a possibilidade de interromper a experiência ou continuar. Eu não tinha planejado tanta intensidade e conformidade. Na verdade, fiquei surpreso ao encontrar as idéias sobre a disciplina promulgada em tudo. Enquanto a debater a possibilidade de parar ou continuar com a experiência que eu falei sobre e sobre comunidade. Eu inventei histórias de minhas experiências como atleta, treinador e historiador. Foi fácil. Comunidade é que o vínculo entre os indivíduos que trabalham e lutam juntos. Ele está levantando um celeiro com seus vizinhos, é o sentimento que você é uma parte de algo além de si mesmo, um movimento, uma equipe.

Era tarde demais para voltar atrás. Agora eu posso entender porque o astrônomo gira incessantemente para o telescópio. Eu era um exame mais profundo e mais profundo em minhas próprias percepções e as motivações para o grupo e ação individual. Havia muito mais para ver e tentar entender. Muitas perguntas me perseguiram. Por que os alunos aceitam a autoridade que eu estava impondo? Onde está a sua curiosidade ou resistência a esse comportamento marechal. Quando e como isso vai acabar?

Após a minha descrição da comunidade, mais uma vez disse à classe que a comunidade como a disciplina deve ser experiente se é para ser entendido. Para proporcionar um encontro com a comunidade eu fiz a classe recitar em uníssono "força através da disciplina". "Força através da comunidade". Primeiro eu queria dois alunos de pé a chamar de volta o nosso lema. Em seguida, adicione mais dois, até que finalmente a turma toda estava de pé e recitar. Foi muito divertido. Os alunos começaram a olhar uns para os outros e sentir o poder de pertencer. Todo mundo era capaz e igual. Eles estavam fazendo algo juntos. Trabalhamos com este simples ato, durante o período inteiro. Queremos repetir um coro ou dizer em seguida, com vários graus de intensidade. Sempre disse-lhes que deveriam enfatizando a maneira correta de se sentar, e conversar.

Comecei a pensar em mim como uma parte do experimento. Gostei da ação unificada demonstrado pelos alunos. Foi gratificante ver a satisfação e emoção de fazer mais. Achei mais difícil de extrair-me do momento e da identidade que a classe estava desenvolvendo. Eu estava acompanhando o grupo enquanto eu estava dirigindo ao mesmo tempo.

Como a aula estava terminando e sem premeditação que eu criei uma saudação para a classe. Foi somente para os membros da classe. Para fazer a saudação você traz a sua mão direita em direção ao ombro direito em uma posição curvada. Chamei-a saudação da Terceira Onda, porque a mão parecia uma onda para cima de novo. A idéia para os três vieram da tradição praia que as ondas viajam nas correntes, a terceira onda de ser o último e maior de cada série. Como tínhamos uma saudação eu fiz uma regra para saudar todos os alunos fora da sala de aula. Quando o sino soou terminando o período Perguntei a classe para o completo silêncio. Com todos sentados em atenção que levantou lentamente o braço e com uma mão em concha me cumprimentou. Era um sinal silencioso de reconhecimento. Eles eram algo especial. Sem comando todos os alunos fizeram a saudação.

Você estaria andando pelo corredor quando de repente três colegas realizam uma saudação rápida. Na biblioteca ou na academia os alunos seriam vistos dando a esta saudação. A mística de trinta pessoas fazendo a saudação ao mesmo tempo logo chamou mais atenção para a classe e sua experiência na personalidade alemã. Muitos alunos fora até mim para perguntar se poderiam participar.

Força através da ação

Na quarta-feira, decidi emitir cartões de adesão a todos os alunos que queriam continuar o que eu agora estava chamando de experimento. Neste terceiro dia de atividade, havia quarenta e três alunos da turma. Treze alunos tinham trocado de classe para ser parte da Terceira Onda. Dei um cartão a cada pessoa da turma. Marquei três cartas com um X vermelho e informou os destinatários que eles tinham uma missão especial para relatar todos os estudantes que não cumpram com as regras da classe. Eu, então, comecei a falar sobre o significado da ação. Eu expliquei como a disciplina e a comunidade seriam inúteis sem ação. Discuti a beleza de assumir a responsabilidade plena de ação. De acreditar tão profundamente em si mesmo e da sua comunidade ou família que você vai fazer de tudo para preservar, proteger e estender seu alcance. Ressaltei que o trabalho duro e a lealdade uns com os outros permitiria aceleração da aprendizagem e a realização. Lembrei aos alunos do que eles sentiam quando estivam em classes onde a concorrência causou dor e degradação. Situações em que os alunos foram uns contra os outros em tudo, desde a academia para leitura. A sensação de nunca agir, nunca sendo uma parte de algo, nunca apoiando-se mutuamente.

Neste ponto, os alunos começaram a dar depoimentos. "Mr. Jones, pela primeira vez, estou aprendendo muitas coisas." "Mr. Jones, gostamos por que você não ensinar como todos os outros." Eu fiquei chocado! Sim, fui empurrando a informação para eles em um ambiente extremamente controlado, mas o fato de que eles encontraram-lo confortável e aceitável era surpreendente. Foi igualmente desconcertante perceber que complexas e demoradas tarefas de casa por escrito sobre a vida dos alemães estavam sendo concluídos e até mesmo ampliada pelos estudantes. Desempenho nas áreas de habilidade acadêmica foi melhorando significativamente. Eles estavam aprendendo mais. E eles pareciam querer mais. Comecei a pensar que os alunos podem fazer qualquer coisa que eu atribuídos. Eu decidi descobrir.

Para permitir aos alunos a experiência de ação direta que dei a cada um uma tarefa especifica. "É sua tarefa projetar um banner para a Terceira Onda. Você é responsável por impedir qualquer aluno que não é um membro da Terceira Onda de entrar nesta sala. Eu quero que você seja capaz de recitar até amanhã o nome e o endereço de cada membro da Terceira Onda. Você é atribuído informar e convencer, pelo menos, vinte crianças da escola adjacente fundamental que a nossa postura sentada é necessário para uma melhor aprendizagem. É seu trabalho ler este panfleto e relatar todo o seu conteúdo para a classe antes que o prazo termine. Quero que cada um de vocês me de o nome e o endereço de um amigo de confiança que você acha que pode querer juntar-se a Terceira Onda ."...

Para concluir a sessão em ação direta, que instruiu os alunos em um procedimento simples para iniciar os novos membros. Foi como este. Um novo membro só tinha de ser recomendado por um membro em vigor e emitido um cartão por mim. Ao receber este cartão o novo membro tinha que demonstrar conhecimento de nossas regras e obediência para elas. Meu anúncio desencadeou um fervor.

A escola estava cheia de conjecturas e curiosidade. Isso afetou a todos. O cozinheiro da escola pediu para fazer um cardápio para a Terceira Onda. Eu disse: chocolate, é claro. Nosso Diretor entrou em uma reunião do corpo docente da tarde e me deu a saudação da Terceira Onda. Saudei de volta. O bibliotecário me agradeceu pelos 30 banner sobre a aprendizagem que ele colocou acima da entrada da biblioteca. Até o final do dia mais de duzentos estudantes já haviam entrado para a Terceira Onda. Eu me senti muito sozinho e um pouco assustado.

A maior parte do meu medo emanava a incidência de imposição sobre outros alunos. Ainda que formalmente nomeados apenas três alunos para relatar o comportamento desviado, cerca de vinte alunos vieram a mim com relatos sobre como Allan não saudou, ou Georgine estava falando de forma crítica sobre a nossa experiência. Esta incidência de acompanhamento fez com que metade da classe considerava agora seu dever observar e relatar erros dos membros da sua classe. Dentro dessa avalanche de informação uma conspiração legítima parecia em curso ....

Três alunas da classe tinha dito aos pais tudo sobre nossas atividades de sala de aula. Estes três jovens foram, de longe, os alunos mais inteligentes da classe. Elas possuíam um nível de confiança em silêncio e prazer em um ambiente escolar que lhes deu oportunidade acadêmico e de liderança. Durante os dias do experimento, eu estava curioso em saber como reagiriam a igualitária e remodelação física da classe. As recompensas que estavam habituados a ganhar pouco não existia no experimento. As habilidades intelectuais de questionamento e raciocínio eram inexistentes. Na atmosfera marcial da classe pareciam atordoadas e pensativas. Agora que olho para trás, eles pareciam muito parecido com a criança com a chamada dificuldade de aprendizagem. Eles observaram as atividades e participaram de uma forma mecânica. 

Ao contar aos pais do experimento, eles montaram uma cadeia de eventos . Um rabino era pai de um das alunas chamou-me em casa. Ele foi educado e condescendente. Eu disse a ele que estávamos apenas estudando a personalidade alemã. Ele parecia feliz e disse para não me preocupar. Ele iria conversar com os pais e acalmar a sua preocupação. Ao concluir essa conversa eu imaginava conversas semelhantes ao longo da história em que o clero aceitou e se desculpou por condições insustentáveis. Se ao menos ele teria se enfurecido com raiva, mas simplesmente investigou a situação que eu poderia apontar aos alunos um exemplo de rebeldia justo. Mas não. O rabino passou a fazer parte do experimento No restante ignorante da opressão no experimento tornou-se cúmplice e defensor.

Até o final do terceiro dia eu estava exausto. Eu estava rasgando. O equilíbrio entre jogos e comportamento dirigido tornaram-se indistinguíveis. Muitos dos alunos estavam completos em ser membros da Terceira Onda. Eles exigiam a obediência estrita das regras de outros estudantes e intimidado aqueles que tiveram a experiência de ânimo leve. Outros simplesmente afundou a atividade e teve papéis auto-atribuído. Eu particularmente me lembro Robert. Robert era grande para sua idade e exibido poucas habilidades acadêmicas. Oh, ele tentou mais difícil do que ninguém que eu conheço para ser bem sucedido. Ele entregou na elaboração de relatórios semanais copiado, palavra por palavra a partir dos livros de referência na biblioteca. Robert é como tantas crianças na escola que não se destacam ou causar problemas. Eles não são brilhantes, eles não podem fazer parte das equipes de atletismo. Eles estão perdidos invisíveis. A única razão que eu vim saber do grande envolvimento de Robert em tudo isso é que eu o encontrei almoçando na minha sala de aula. Ele sempre almoçava sozinho.

Bem, na Terceira Onda Robert ganhou um lugar na escola. Pelo menos ele era igual para todos. Ele poderia fazer alguma coisa. Faça parte. Ser significativo. Isso é exatamente o que Robert fez. No final da tarde quarta-feira eu encontrei Robert seguir-me e perguntei o que no mundo que ele estava fazendo. Ele sorriu (eu não acho que eu nunca tinha visto ele sorrir) e anunciou: "Mr. Jones eu sou o seu guarda-costas. Estou com medo que algo vai acontecer com você.

Posso fazê-lo Mr. Jones, por favor? "Eu não podia dizer não. Eu tinha um guarda-costas. Durante todo o dia, ele abriu e fechou as portas para mim. Ele andava sempre à minha direita. Apenas sorrindo e saudando outros membros da classe. Ele seguiu me em todos os lugares. Na sala de professores (fechada para alunos), ele ficou em silêncio enquanto eu tomava um café. Quando abordado por um professor de Inglês pó que um aluno estava na "sala dos professores", ele apenas sorriu e informou o membro do corpo docente que ele não era um estudante. ele era um guarda costa.

Força por orgulho

Na quinta-feira comecei a desenhar a conclusão do experimento. Eu estava exausto e preocupado. Muitos estudantes estavam sobre a linha. A Terceira Onda havia se tornado o centro da sua existência. Eu estava me sentido péssimo mesmo. Eu estava agora agindo instintivamente, como um ditador. Ah, eu estava benevolente. E eu diariamente argumentava comigo mesmo sobre os benefícios da experiência de aprendizagem. Por isso, o quarto dia do experimento, eu estava começando a perder meus próprios argumentos. Como eu passava mais tempo jogando o papel que eu menos tinha criado eu procurava lembrar as suas origens racionais e objetivas. Eu encontrei-me resvalar para o papel, mesmo quando não era necessário. Eu me perguntei se isso não acontece com muita gente. Ficamos usando um papel atribuído e, em seguida dobramos a nossa vida para ajustar a essa imagem. Logo, a imagem é a única identidade que as pessoas vão aceitar. Então nós nos tornamos a imagem. O problema com a situação e o papel que eu tinha criado era que eu não tive tempo para pensar nele como líder. Os eventos foram se esmagando em torno de mim. Eu me preocupei com os alunos que poderiam se arrepender. Fiquei preocupado.

Continua......

Você quer saber mais?

http://construindohistoriahoje.blogspot.com/2010/12/historia-diante-da-historia-do-estudo.html

O Bund Germano-Americano.

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O Bund

Imagem: Coleção 70° aniversário da 2° Guerra Mundial, v.26.

Entre as muitas organizações potencialmente subversivas que surgiram nos Estados Unidos, uma delas causou grande preocupação ao FBI por sua determinação em alterar a inicial neutralidade norte-americana e propiciar o apoio norte-americano aos países do Eixo. Tratava-se do Bund Germano-Americano. O país tinha outras organizações com ideologia mais ou menos similar, como o Partido Nacional-Socialista Americano, a Frente Cristã, os Cruzados Cristãos pelo Americanismo, o comitê América Primeiro e os grupos ultra-americanos e patriotas, sem esquecer da Ku-klu-Klan, mas o Bund era a mais organizada de todas elas.

Em 1933, Rudolf Hess havia autorizado a fundação de um Partido Nazista norte-americano, denominado Amigos da Nova Alemanha, com o apoio do cônsul alemão em Nova York. O primeiro líder do partido foi Heinz Spanknobel, e uma de suas primeiras atividades consistiu na edição de um jornal em alemão, o New Yorker Staats-Zeitung, para promover um sentimento simpatizante para com o nazismo. Mas Spanknobel acabou sendo deportado por causa de suas atividades e considerado um agente inimigo dos Estados Unidos. Como as atividades do grupo eram pouco discretas, Hess dissolveu-o em 1935.

Muitos de seus ex-membros fundaram uma organização no ano seguinte, em Buffalo (estado d Nova York). Tratava-se da Liga Germano-americana (Amerikadeutscher Volksbund), sob a direção de Fritz Kuhn, um veterano alemão da Primeira Guerra Mundial. Rapidamente, a organização viu crescer o número de seus membros, muitos dos quais eram imigrantes alemães de primeira ou segunda geração. O Bund imitava a organização do partido alemão, e inclusive chegou a ter sua versão do uniforme da Juventude Hitlerista. Além da atividades culturais e desportivas, existia um forte doutrinamento político entre seus membros.

O Bund chegou a criar colônias de férias em Nova York e New Jersey e várias cervejarias, cujos donos eram alemães, converteram-se em centros de encontro em Chigaco e Milwaukee. Os ataques antisemitas tornaram-se mais freqüentes e a organização começou a ficar cada vez mais parecida com sua inspiradora. A Alemanha apenas prestou ajuda ao Bund, mas seus membros estavam desejosos de reconhecimento.

Em 1936, por ocasião da Olimpíadas de Berlim, uma delegação do Bund, encabeçada pelo próprio Kuhn, viajou até a cidade e foi recebida por Adolf Hitler na Chancelaria. Um ano depois, o FBI vigiava rigorosamente suas atividades, e chegou-se a cogitar que aproximadamente 200 mil membros da organização estavam dispostos a fazer uso de armas contra os Estados Unidos. Na verdade, o Bund nunca teve mais de 8,5 mil membros e 5 mil simpatizantes. A Alemanha continuou sem prestar apoio e chegou a proibir a utilização de seus símbolos pelo Bund.

A maior reunião da organização aconteceu em fevereiro de 1939, no Madison Square Garden, com mais de 22 mil participantes. Nela Kuhn acusou o presidente Franklin Delano Roousevelt de ajudar os bolcheviques, fazendo que, ao final do ato, o próprio Kuhn fosse preso. Isso marcou o princípio do fim da organização. O Bund seria dissolvido em 8 de dezembro de 1941, e muitos de seus dirigentes foram presos.

Você quer saber mais?

Coleção 70° aniversário da 2° Guerra Mundial, v.26.- São Paulo: Abril Coleções, 2009.

Agradecimento

Consulado Geral da Polônia - Curitiba - PR

Av. Agostinho Leão Jr, 234, Alto da GlóriaCuritibaParaná(0xx41) 3019-4662 (0xx41) 3019-7909 kurytyba.k.sekretariat@msz.gov.plhttp://www.kurytybakg.polemb.net/
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